quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Cleo - Helen Brown


Helen estava na casa de uma amiga quando recebeu a notícia: Sam tinha acabado de morrer. Ainda pensou que Sam fosse um familiar qualquer distante, mas não, era mesmo o seu Sam, o seu filho mais velho: morreu atropelado, à frente do irmão mais novo.
O mundo de Helen começou a ruir. Noites sem dormir, pensamentos suicidas, uma depressão profunda. Enquanto, à sua volta, a família se deixava levar pelo desespero, pelas discussões, pela tristeza infinita de perder um ente querido.
Até que um dia bateram à porta. Era uma vizinha, trazia no colo um gato ainda bebé. Helen já nem se lembrava. Um mês antes tinha ido com os filhos ver uma ninhada, e prometera a Sam que lhe daria um dos gatinhos. E ali estava ele, uma impertinente bola de pêlo preto. O seu primeiro impulso foi rejeitar de imediato aquele pequeno intruso. Mas então viu Rob, o seu outro filho, a acariciar o bichano. E pela primeira vez em muito tempo, viu-o sorrir…
Cleo tinha chegado a casa. E aos poucos começaria a devolver àquela família a alegria de viver.


Já há algum tempo que ansiava por ler este livro. Primeiro porque falava de gatos, de uma gata em especial, e também pelas boas críticas de certos bloggers.
Como revela a sinopse, Cleo vem salvar a família de Helen e Rob, na medida que os ajuda a ultrapassar a perda de um membro da família, divertindo-os com as suas brincadeiras, chateando por fazer certas asneiras, distribuindo amor e carinho entre a sua arrogância e elegância dignas de um gato.
Helen Brown conta neste livro a sua história entrelaçada com a história de Cleo, que durou uns incomuns 24 anos, fazendo por vezes certas reflexões sobre gatos e mitologia por detrás destes. É bom ler histórias sobre animais e famílias que os tratam bem e consideram membros da família. Cleo era isso e muito mais. Foi um bom livro de ler, e embora eu tivesse expectativas mais altas em relação ao livro, gostei dele.
7/10


Peço desculpa por não fazer uma crítica mais detalhada e estruturada a este livro, mas isso deve-se a eu já o ter lido à coisa de um mês e só agora estar a fazer a crítica. Vida de estudante...

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