segunda-feira, 12 de março de 2012

A Ilha dos Encantos - Mary Nickson

[Olá!
Tenho andado desaparecida (again!), e como prevejo pouco tempo esta semana para postar, a semana vai ser dedicada às opiniões dos livros que tenho lido, pois já as tenho escritas, e e estão em falta...]




Com a repentina e inesperada morte do marido, e mergulhada numa profunda depressão, Victoria decide abandonar a localidade onde vive, e refugiar-se na saudosa casa veneziana da avó. Aí, na idílica ilha do mediterrâneo, Victoria parece ter encontrado forças para superar a dor do luto e refazer a sua vida. Mas para enfrentar o futuro é preciso averiguar a verdade sobre o passado…
Feito de histórias de afecto, recordações, esperança no futuro e acertos de contas com o passado, A Ilha dos Encantos tem como protagonistas Victoria, órfã desde os seis anos, e Evanthi, sua avó e dona da casa veneziana onde Victoria passava as suas férias, até casar com Richard.
Ambientado num mediterrâneo intocado, na essência da alma grega e ao estilo das grandes sagas familiares, A Ilha dos Encantos é um romance escrito de forma notável e com desmedida sensibilidade.
 

Este romance foi uma boa história de ler com boas personagens, com uma boa personagem para odiar e chamar de imbecil vezes sem conta - obrigada Mary por criares a Rachel - é daqueles personagens que ficam na memória pelas piores razões mas precisamos delas para uma boa história. O romance que se desenvolve entre as personagens principais, apesar de previsível a partir de certo momento, foi bem conseguido, e a história do romance entre as personagens com mais idade uma cereja em cima do bolo. É uma boa história sem dúvida. Mantém-nos agarrados se bem que não é daquelas histórias que lemos de uma assentada só... É boa mas não excelente. Ainda assim, posso dizer que gostei. :)
5/7 - Gostei muito


No entanto este livro deixou-me indignada. Não pela história em si, mas pelo estado em que o livro estava. Cheia de riscalhada - havia uma página onde parece que a pessoa estava a testar se a caneta funcionava ou não -, e muitos riscos a indicar onde a leitura tinha parado. E era um livro da Biblioteca! Por favor pessoal, se os livros são vossos, tudo bem, mas haja respeito pelos livros que não são!

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