terça-feira, 5 de junho de 2012

Inocência Perdida

Olá!
Esta semana tem sido complicada, estive ontem praticamente de cama, amanhã tenho frequência em que posso passar à única cadeira que deixei para trás - Física... Alguém percebe? *Wish me luck* Enfim, entre isto e dois trabalhos escritos que tenho que tentar adiantar, resta pouco tempo e disposição. Por isso esta semana vai ser praticamente opiniões de livros que tenho lido este ano. 
A Inocência Perdida foi o 12º livro a ler este ano - cujo desafio já vai a meio :)


Na pequena cidade de Innocence, no Mississípi, os dias são compridos,as noites perfumadas e os segredos difíceis de preservar. Mas quando um assassino brutal ceifa as vidas das mulheres mais bonitas do local, amigos e vizinhos são obrigados a perguntar-se se se trata de um estranho à espreita no pântano... ou de alguém mesmo ali ao lado. Esgotada por uma carreira frenética como violinista, Caroline Waverly chega a Innocence na esperança de que a casa da sua falecida avó lhe providencie a tranquilidade de que tanto precisa. Mas Innocence tem algo mais para lhe oferecer: o bonito e encantador Tucker Longstreet. Tucker é conhecido pelos seus romances curtos e superficiais. Mas quando vê Caroline sente que ela é diferente de todas as mulheres que conheceu. A reservada violinista também sente uma excitação inesperada ao pé dele, mas quando descobre a terceira vítima nas águas pantanosas por trás da sua casa e Tucker é considerado o principal suspeito, o seu caso de Verão pode transformar-se num caso de… vida ou morte.

Outro livro de Nora Roberts... como uma das minhas escritoras favoritas, não podia deixar de ler livros dela. Esta história trata do romance entre Caroline e Tucker numa terra rural assolada por uma onda de assassínios. Mas não só. Temos também a história de Cy, filho de um fanático religioso que manipula o que a Bíblia diz para motivar os seus actos, que não são bons, a história ancestral dos antepassados de Tucker (xD), a relação difícil entre Caroline e a mãe, o vívio da bebida de Dwayne, entre outros. É um história mais complexa do que indica a sinopse, mais rica e que nos enche as medidas. Uma história que me fez rir por variadas vezes enquanto a lia. Gostei de ler este livro se bem que fiquei insatisfeita como a relação de Caroline com a mãe foi tão pouco tratada. Achei que deveria ter mais importância que lhe foi dada, algum momento para a Caroline assumir perante a mãe as diferenças entre ambas, algum momento para impor as suas opiniões. Fiquei insatisfeita com isso. Apesar da linha principal ser o romance e a descoberta do assassino em série, continuo a achar que as linhas secundárias também devem ser bem tratadas num livro e as pontas devem ser todas atadas. O que infelizmente não aconteceu, neste caso, e segundo já falei no último livro que li da Nora Roberts. Se leram a minha opinião desse livro, verão que houve linhas secundárias que não perdiam por serem tratadas mais um bocadinho. Sinto que o fim, mais uma foi abrupto. A situação principal resolve-se, e acaba o livro? Não fiquei satisfeita, poder-se-ia muito bem prolongar um pouco mais e dar importância ao resto. Apesar de dar importância a isto, não quer dizer que o livro seja mau. Só dei relevância por ser a segunda vez que noto isto. E poderá haver quem leia o livro e ache que a maneira como acaba fica bem. Opiniões são opiniões. Quanto ao assassino, foi muito bem pensado. Aqui e ali dão-se pistas sobre algo que se poderia relacionar com uma certa personagem e que no final quando se sabe os motivos, faz sentido. Consegui prever quem era, mas apenas umas linhas antes da revelação. Enfim, para quem gosta de romance com crime, (mais um vez como disse na minha opinião de Refém do Amor da mesma autora), e não um crime com romance, vai gostar deste livro. E para quem é fã de Nora Roberts tal questão não se põe. :)
 5,5/7 - Gostei muito

2 comentários:

  1. Olá :)
    Os sapatos são bastante confortáveis porque são de cunha e não são muito anos. Só acho que já não encontras estes porque já são de à dois anos atrás. Mas que eu tenha visto, a Pull tem feito todos os anos sapatos dentro do mesmo modelo.

    Beijinho

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    1. Olá érre! Quando passar por uma Pull hei-de então espreitar. Eu perguntei se eram confortáveis, porque neste momento os meus pés estão tão habituados a sapatilhas que mal aguentam outra coisa, daí ter que voltar a adaptá-los a outro tipo de calçado. Obrigada pela resposta :)
      Beijinho

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