quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Divergente - Veronica Roth


Divergente
Divergent

Veronica Roth
Divergent #1

Porto Editora (2012)
352 páginas

Origem: Biblioteca
6/7 - Gostei bastante


Na Chicago distópica de Beatrice Prior, a sociedade está dividida em cinco fações, cada uma delas destinada a cultivar uma virtude específica: Cândidos (a sinceridade), Abnegados (o altruísmo), Intrépidos (a coragem), Cordiais (a amizade) e Eruditos (a inteligência). Numa cerimónia anual, todos os jovens de 16 anos devem decidir a fação a que irão pertencer para o resto das suas vidas. Para Beatrice, a escolha é entre ficar com a sua família... e ser quem realmente é. A sua decisão irá surpreender todos, inclusive a própria jovem.

Durante o competitivo processo de iniciação que se segue, Beatrice decide mudar o nome para Tris e procura descobrir quem são os seus verdadeiros amigos, ao mesmo tempo que se enamora por um rapaz misterioso, que umas vezes a fascina e outras a enfurece. No entanto, Tris também tem um segredo, que nunca contou a ninguém porque poderia colocar a sua vida em perigo. Quando descobre um conflito que ameaça devastar a aparentemente perfeita sociedade em que vive, percebe que o seu segredo pode ser a chave para salvar aqueles que ama... ou acabar por destruí-la.


Tantas opiniões que li sobre este livro. E nunca me chamou o suficiente para lê-lo. A sério. Sempre fiquei naquela que é mais um na lista das inúmeras distopias que de repente entupiram o mundo literário e que esse género não me chamava a atenção. Até que depois de ter visto o trailer do filme baseado nele, decido ver o filme. E com todas as imagens na cabeça daquele que parece ser um bom filme, não hesitei em ler o livro.

Vamos logo às comparações? O livro é bem melhor! E menos confuso relativamente às personagens que entraram nos Intrépidos com a Tris. No entanto não me arrependo de ter visto o filme primeiro. Para já, deu-me uma perspectiva do que o livro me reservava mas também um rosto bem sucedido para a protagonista. Não sei porquê, nem sempre consigo visualizar a cara das personagens quando leio e neste caso isso não aconteceu devido ao filme.
Divergente é sem dúvida uma coisa nova, um livro de acção cheio de adrenalina e medo. Medo que acabe, medo que acabem com a nossa protagonista, etc, etc. Acabei-o com vontade de ler os seguintes já, já, o que não pôde acontecer devido a não estarem disponíveis na biblioteca. Mas foi uma história que ficou, com personagens que quero voltar a visitar e a saber o que lhes vai acontecer. Coisa boa não há-de ser de certeza, da forma como o livro acabou. Com um fim em aberto, com muito para acontecer nos livros seguintes, mas com uma promessa que o que estas personagens começaram vai fazer grande diferença no mundo deles. Vamos ver o que a autora lhes reservou...

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