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terça-feira, 2 de julho de 2013

Vida sem Limites - Nick Vujicic

Vida Sem Limites

Nick Vujicic nasceu sem pernas e sem braços, tinha apenas um pequeno pé. Cresceu assim, diferente de todos. Enfrentou uma enorme e sufocante solidão, pensamentos depressivos, chegou a tentar o suicídio. Um dia, porém, apercebeu-se de uma coisa extraordinária.
Nascer assim não fora obra do acaso. Havia um Plano à sua espera, tudo o que precisava era de aprender a viver com o que tinha. Nick aprendeu. Começou a erguer o seu pequeno corpo, a pô-lo à prova, a dar-lhe vida. Aprendeu a andar de skate, a fazer surf e a tocar bateria. E descobriu que o seu exemplo valia mais do que mil palavras. Apercebeu-se de que, sem querer, se tinha tornado num exemplo para todos os que o rodeavam: ele era feliz.
E se ele era feliz, perguntou-se, porque é que as outras pessoas não podiam ser? Hoje, Nick leva essa mensagem aos quatro cantos do globo. Percorre o mundo munido apenas do seu infinito otimismo e da sua contagiante alegria de viver. E em todos os países é recebido por multidões, milhares e milhares de pessoas que apenas o querem ouvir, que apenas o querem abraçar, que apenas querem conhecer os segredos de uma Vida Sem Limites.



Este é um livro marcante de uma pessoa especial. Alguém que conseguiu enfrentar e ultrapassar os obstáculos que a sua condição lhe punha à frente e que se tornou um exemplo para tantos. Sendo uma pessoa que conseguiu levar sorrisos a quem muito precisava, este livro é uma outra forma de o continuar a fazer, de tocar mais corações.
Este é um livro que nos dá enormes lições, que se dermos ouvidos podem mudar a nossa vida para melhor. Num momento em que as coisas não estavam fáceis, ajudou-me a olhar de outra forma e a conseguir levantar-me mais um bocado. Obrigada Nick Vujicic. :)

5/7 - Gostei 

domingo, 30 de dezembro de 2012

A Mentira - Julia Metz



Quando o marido lhe morre nos braços, Julie sente que o seu mundo começa a desabar. "Ele amava-te tanto!", dizem-lhe no funeral. Centenas de pessoas choram com ela a morte súbita de Henry, o irresistível Henry, o homem perfeito. Julie é agora uma jovem viúva, com uma filha pequena. Deixa de comer, de trabalhar, mergulha numa depressão profunda. Mas tem amigas, muitas, que a arrancam aos poucos do torpor. Começa a sair, abre-se de novo para o amor. Ironicamente, é o novo amante que lhe dá a primeira pista, que levanta a ponta do véu, que lhe revela a dupla vida do perfeito Henry... A Mentira é a história real de Julie Metz, uma nova-iorquina sofisticada presa numa pequena vila onde reina a lei do silêncio - onde todos, menos ela, conhecem o segredo de Henry. E é a história de uma mulher que tudo fará para descobrir a verdade, e para recuperar - para si, para a filha - a felicidade perdida.


Finalmente! É este sentimento de alívio que tenho por ter acabado este livro. Se gostei tão pouco dele, porque é que continuei a lê-lo? Não sei, talvez seja pelo hábito de ler um livro até ao fim, talvez seja uma esperança minúscula que a história fique melhor, talvez uma curiosidade de saber como acaba. Não sei. Só sei que tirando o início, onde se dá o verdadeiro drama, onde se dão as terríveis descobertas, o livro não tem mais ponta por se lhe pegar, ou não tem mais interesse nenhum, pelo menos para mim.
A tal história de uma mulher que tudo fará para descobrir a verdade e recuperar a felicidade é resumindo,[atenção spoiler!] a correspondência sem fim desta com as amantes do marido [acaba o spoiler] os muitos encontros com mil e um homens, mil e uma filosofias sobre se os genes é que nos controlam, se os homens são assim porque devem ser, darwinismos, e coisas afins - qualquer coisa que supostamente encontra a ciência com o comportamento, mas que sinceramente não me interessou. Todo o sensacionalismo/dramatismo que a sinopse promete não passa de banha de cobra. Sinceramente estou arrependida de ter caído, de ter trazido este livro. Tenho ali vários para ler, de certeza muito melhores que este e estive a gastar o meu tempo com este que não gostei nada... enfim.

1/7 - Detestei

sexta-feira, 20 de maio de 2011

O Colar - Cheryl Jarvis

O Colar

Jonell apaixonou-se por um colar de diamantes. Mas o preço era demasiado alto. Até que teve uma ideia que iria mudar a sua vida. E porque não comprá-lo com a ajuda de amigas? Porque não partilhá-lo? Foi o início da aventura, de uma história real que apaixonou a América. Treze mulheres, das mais diferentes idades e profissões, uniram-se em torno de uma jóia. Desde então vivem em contacto umas com as outras, saem juntas, ajudam-se. E de 28 em 28 dias, no mês do aniversário de cada uma delas, encontram-se. Passam O Colar, conversam, partilham receitas, histórias de vida, amores e traições. Têm uma nova razão para sair de casa, têm um novo grupo de amigas. E descobriram que a amizade e a partilha valem muito mais do que qualquer diamante.



Este livro espreitou para mim numa das prateleiras da biblioteca e decidi levá-lo. Já tinha lido a sua sinopse num blog e achei engraçada. Esta história verídica não conta uma história de um colar. Não. Conta a história de imensas vidas que foram transformadas em torno de uma partilha de um colar de diamantes que se revelou ser uma partilha de muito mais.
É uma história bonita, ver como esta partilha pode mudar pessoas, ajudar pessoas na comunidade, alegrar dias tristes. Vemos uma amizade a desenrolar-se entre estas 13 mulheres que começou na compra de um colar mas que levou a muito mais. Enfim, não me quero repetir. É uma história magnifica de que gostei. Não é uma obra prima, mas vale pelo contexto, sendo um livro leve para se ler em qualquer altura.
5/7 - Gostei

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Cleo - Helen Brown


Helen estava na casa de uma amiga quando recebeu a notícia: Sam tinha acabado de morrer. Ainda pensou que Sam fosse um familiar qualquer distante, mas não, era mesmo o seu Sam, o seu filho mais velho: morreu atropelado, à frente do irmão mais novo.
O mundo de Helen começou a ruir. Noites sem dormir, pensamentos suicidas, uma depressão profunda. Enquanto, à sua volta, a família se deixava levar pelo desespero, pelas discussões, pela tristeza infinita de perder um ente querido.
Até que um dia bateram à porta. Era uma vizinha, trazia no colo um gato ainda bebé. Helen já nem se lembrava. Um mês antes tinha ido com os filhos ver uma ninhada, e prometera a Sam que lhe daria um dos gatinhos. E ali estava ele, uma impertinente bola de pêlo preto. O seu primeiro impulso foi rejeitar de imediato aquele pequeno intruso. Mas então viu Rob, o seu outro filho, a acariciar o bichano. E pela primeira vez em muito tempo, viu-o sorrir…
Cleo tinha chegado a casa. E aos poucos começaria a devolver àquela família a alegria de viver.


Já há algum tempo que ansiava por ler este livro. Primeiro porque falava de gatos, de uma gata em especial, e também pelas boas críticas de certos bloggers.
Como revela a sinopse, Cleo vem salvar a família de Helen e Rob, na medida que os ajuda a ultrapassar a perda de um membro da família, divertindo-os com as suas brincadeiras, chateando por fazer certas asneiras, distribuindo amor e carinho entre a sua arrogância e elegância dignas de um gato.
Helen Brown conta neste livro a sua história entrelaçada com a história de Cleo, que durou uns incomuns 24 anos, fazendo por vezes certas reflexões sobre gatos e mitologia por detrás destes. É bom ler histórias sobre animais e famílias que os tratam bem e consideram membros da família. Cleo era isso e muito mais. Foi um bom livro de ler, e embora eu tivesse expectativas mais altas em relação ao livro, gostei dele.
7/10


Peço desculpa por não fazer uma crítica mais detalhada e estruturada a este livro, mas isso deve-se a eu já o ter lido à coisa de um mês e só agora estar a fazer a crítica. Vida de estudante...