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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

A Filha da Minha Melhor Amiga - Dorothy Koomson


A Filha da Minha Melhor Amiga
My Best Friend's Girl

Dorothy Koomson
Livro Único

Porto Editora (2008)
448 páginas

Origem: Biblioteca
5/7 - Gostei



A forte relação de amizade entre Kamryn Matika e Adele Brannon, companheiras desde os tempos de faculdade, é destruída num instante de traição que marcará as suas vidas para sempre.
Anos depois desse incidente, Kamryn é uma mulher com uma carreira de sucesso, que vive sem ligações pessoais complexas, protegendo-se de todas as desilusões. Mas eis que, no dia do seu aniversário, Adele a contacta... A amiga de Kamryn está a morrer e implora-lhe que adote a sua filha, Tegan, fruto da sua ilícita relação de uma noite com Nate.

Terá ela outra escolha? Será o perdão possível? O que estará Kamryn disposta a fazer pela amiga que lhe partiu o coração?
Uma viagem dolorosa e comovente de auto-conhecimento, uma leitura de cortar a respiração.


Definitivamente um dos melhores livros da Dorothy Koomson. Sempre evitei este livro ao máximo por causa do grande hype à volta dele, mas ele tinha alguma razão de ser. E então quando lhe peguei, fui lendo e lendo, não ao ritmo rápido e frenético que atinjo com certos livros, mas a um ritmo calmo e concentrado para ler tudo.
A história é realmente comovente, tendo logo à partida momentos cativantes e emocionantes. Kamryn é uma personagem com muitos desgostos recalcados na sua vida - e aquele que Adele lhe provoca irá marcá-la mais do que tudo. Mas é esse desgosto que ela vai ter que ultrapassar quando esta lhe pede para ficar com a filha quando está a morrer. Pensei que a história da Adele e da Kamryn fosse mais desenvolvida - a sinopse parece insinuar isso. Contudo, não é o que acontece. Pouco conhecemos da Adele em vida. E esse pensar que Adele iria durar mais trará muito arrependimento à história.
Ao longo da história, vemos como Kamryn se adapta à vida com Tegan, como se adapta à vida de mãe. Mais do que tudo, é isso. À volta deste assunto, temos direito a triângulo amoroso, que sinceramente, ao chegar ao final, já andava a irritar. Mas felizmente resolveu-se como deve ser.
É uma boa história e fica-se com boa impressão da autora caso se comece por este livro. Não lhe dou as cinco estrelas devido ao triângulo amoroso que é coisa que nos últimos tempos me irrita facilmente e porque já li livros dela que me fascinaram mais.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Divergente - Veronica Roth


Divergente
Divergent

Veronica Roth
Divergent #1

Porto Editora (2012)
352 páginas

Origem: Biblioteca
6/7 - Gostei bastante


Na Chicago distópica de Beatrice Prior, a sociedade está dividida em cinco fações, cada uma delas destinada a cultivar uma virtude específica: Cândidos (a sinceridade), Abnegados (o altruísmo), Intrépidos (a coragem), Cordiais (a amizade) e Eruditos (a inteligência). Numa cerimónia anual, todos os jovens de 16 anos devem decidir a fação a que irão pertencer para o resto das suas vidas. Para Beatrice, a escolha é entre ficar com a sua família... e ser quem realmente é. A sua decisão irá surpreender todos, inclusive a própria jovem.

Durante o competitivo processo de iniciação que se segue, Beatrice decide mudar o nome para Tris e procura descobrir quem são os seus verdadeiros amigos, ao mesmo tempo que se enamora por um rapaz misterioso, que umas vezes a fascina e outras a enfurece. No entanto, Tris também tem um segredo, que nunca contou a ninguém porque poderia colocar a sua vida em perigo. Quando descobre um conflito que ameaça devastar a aparentemente perfeita sociedade em que vive, percebe que o seu segredo pode ser a chave para salvar aqueles que ama... ou acabar por destruí-la.


Tantas opiniões que li sobre este livro. E nunca me chamou o suficiente para lê-lo. A sério. Sempre fiquei naquela que é mais um na lista das inúmeras distopias que de repente entupiram o mundo literário e que esse género não me chamava a atenção. Até que depois de ter visto o trailer do filme baseado nele, decido ver o filme. E com todas as imagens na cabeça daquele que parece ser um bom filme, não hesitei em ler o livro.

Vamos logo às comparações? O livro é bem melhor! E menos confuso relativamente às personagens que entraram nos Intrépidos com a Tris. No entanto não me arrependo de ter visto o filme primeiro. Para já, deu-me uma perspectiva do que o livro me reservava mas também um rosto bem sucedido para a protagonista. Não sei porquê, nem sempre consigo visualizar a cara das personagens quando leio e neste caso isso não aconteceu devido ao filme.
Divergente é sem dúvida uma coisa nova, um livro de acção cheio de adrenalina e medo. Medo que acabe, medo que acabem com a nossa protagonista, etc, etc. Acabei-o com vontade de ler os seguintes já, já, o que não pôde acontecer devido a não estarem disponíveis na biblioteca. Mas foi uma história que ficou, com personagens que quero voltar a visitar e a saber o que lhes vai acontecer. Coisa boa não há-de ser de certeza, da forma como o livro acabou. Com um fim em aberto, com muito para acontecer nos livros seguintes, mas com uma promessa que o que estas personagens começaram vai fazer grande diferença no mundo deles. Vamos ver o que a autora lhes reservou...

terça-feira, 11 de agosto de 2015

A Travessia - Wm. Paul Young

Leitura 2014
A Travessia
Cross Roads

Wm. Paul Young
Livro Único

Porto Editora (2013)
304 páginas

Origem: Biblioteca
4/7 - Gostei mas tenho reservas




Depois de A Cabana, a história da transformação de um homem, numa viagem entre o Céu e a Terra.

Anthony Spencer é um empresário de sucesso, um homem orgulhoso e egocêntrico que não olha a meios para conseguir os seus objetivos. Um dia, o destino prega-lhe uma partida: um AVC deixa-o nos cuidados intensivos, em estado de coma.
Entre a vida e a morte, Anthony vê-se num mundo que espelha a dor e a tristeza que tem dentro de si. Confuso, sem compreender exatamente onde está e como foi ali parar, viaja pela sua consciência para compreender quem realmente é e descobrir tudo o que tem perdido ao longo da vida: a esperança, a amizade genuína e o amor verdadeiro, sentimentos que há muito o seu coração deixara de sentir.
Em busca de uma segunda oportunidade, Anthony fará uma jornada de redenção e encontro com o seu verdadeiro ser.


Ia para este livro com as expectativas algo altas devido ao quanto gostei d'A Cabana, o que acabou por estragar um bocado a leitura, porque este livro apesar de também trazer várias mensagens e ajudar a ver Deus, Jesus e o Espírito Santo de outra forma ou de uma forma mais próxima, não conseguiu arrebatar-me.
Achei esta história mais confusa e triste do que A Cabana e também menos marcante. Também chorei, também ri com ele, também fiquei emocionada com as personagens do livro e com as suas histórias e peripécias. Mas tudo vai dar a uma comparação com A Cabana que fica muitos pontos acima. Por isso não tenho mais nada a dizer :/

Há contudo um episódio a salientar, já que é algo de que me lembro, após ter passado um ano desde a leitura: a interacção do protagonista com uma paciente portadora de Alzheimer é algo de lindo.
Quase que vale a pena ler o livro por causa disso.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

O Amor Está no Ar - Dorothy Koomson

Leitura 2014
O Amor Está no Ar
The Cupide Effect

Dorothy Koomson
Livro Único

Porto Editora (2010)
336 páginas

Origem: Biblioteca
1/7 - Detestei



Deixe-se levar pela magia do amor...

Depois de sair de Londres para seguir o seu desejo de mudar de vida, Ceri D'Altroy jura abandonar definitivamente as suas manias de casamenteira. Isto porque parece que a sua simples presença acaba por incentivar as pessoas que encontra pelo caminho a mudar de vida.
No seu novo emprego, conhece Ed que decidiu declarar o seu amor por uma mulher que o enlouquece; Mel e Claudine, dois amigos de longa data que resolvem iniciar um romance ilícito; e Gwen, a chefe de departamento que é uma fumadora compulsiva e esconde um segredo profundo e sombrio que só quer partilhar com a sua nova funcionária.
Quem entra em contacto com Ceri, nunca mais volta a ser o mesmo.
Será ela o Cupido dos tempos modernos?


Atenção: opinião bastante emotiva.
... e acabei por não desistir do livro. E vou-vos contar porquê: quando estava mesmo a ponto de deixar a leitura, fui à penúltima página e li. E o que li interessou-me. Pelo que voltei à leitura, comecei a fazer algo que nunca fiz - saltar parágrafos inteiros (nunca saltei uma única frase na vida...) - e após muitos parágrafos saltados de quando a quando lá cheguei ao fim do livro.

E o que tenho para dizer? Apenas o último quarto do livro (e estou a favorecê-lo) interessa. De resto, a protagonista anda para ali a pastelar, a arranjar situações meias caricatas e contraversas entre os seus colegas, amigos de casa, etc, etc, a fazer referências ao Caminho das Estrelas, a incomodar-se com o Homem do Olhar Fixo, a apaixonar-se pelo vampiro de 500 anos, Angel, da televisão e mais etc. Coisa que não sei como aguentei, porque não tem nada de interessante. Aquilo, se resumido, ganhava tanto, mas tanto. Por outro lado, o final é tão apressado, tão rapidamente arrumado que dá vontade de esganar a autora. Dá-se ali uma lição de moral (pelo menos para a protagonista) numa frase e taram! está feito. E chego a esta conclusão que afinal o livro não merece 2 estrelas por causa da curiosidade que a penúltima página me criou, mas sim uma, porque andei ali quase todo o livro a aborrecer-me! É que ainda por cima a cena que mais daria para rir nem é narrada! É-nos feito um pequeno resumo pela protagonista, mas bolas! não seria uma lufada de ar fresco ler aquela cena "ao vivo"? Não, isso cai fora do espírito do livro, toma mas é para aí cenas desinteressantes, já que sou uma protagonista do mais chata que há, que não tem vida própria nem nada e simplesmente porque sou a versão moderna do Cupido! E não se empolguem com isto, porque é uma explicação tão enfadonha, uma tentativa de tornar a história diferente tão falhada, que uma pessoa fica sem saber o que pensar. E ainda por cima a parte mais interessante é o final (final mesmo, digamos que as três últimas páginas). De modo que me pergunto: será que o livro não ficaria mais interessante se fosse mais desenvolvido nesta parte? Nãh, que aí perdia o toque especial chato e desinteressante com que ficámos habituados! Enfim, de bradar aos céus, mesmo...
Por isso, Dorothy Koomson, por mim, vais estar de férias algum tempo, até eu esquecer esta nódoa.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Aquisições de Maio - Feira do Livro de Coimbra

Eu sei, eu sei... já estamos em Julho e estou eu aqui para falar de compras de Maio -.-"
Não tem jeito nenhum, mas pelo meio meteram-se os exames e o tempo e disposição foram muito poucos para ter cabeça para postar alguma coisa. Sei que muitos de vós compreendem.

Enfim, finalmente venho mostrar as compras que fiz na pequena Feira do Livro de Coimbra. Por um lado é bom termos uma Feira do Livro na cidade, por outro, é triste ver o tão pequena é e quão poucas editoras se associam a. Resumindo são alguns alfarrabistas, armazéns dos arredores e a Bertrand que se dispõem a ter lá um sítio e a ter à disposição livros com algum desconto. Pois, não é nada do outro mundo, mas sempre dá para comprar alguns livros com algum desconto. 



E foi o que fiz. Trouxe finalmente A Cabana, um livro que adorei ler no princípio de 2011 (credo, já foi há tanto tempo! Pensava que tinha sido em 2012...) com 20% de desconto e trouxe os meus primeiros livros da Jude Deveraux, que para quem já lê as minhas opiniões há algum tempo, sabe que que é uma autora que eu adoro. Dias de Ouro é um livro que já li e adorei, como podem ver na opinião que escrevi sobre ele, trouxe-o para poder rever as vezes que quiser. Já o Perfume de Jasmim está à minha espera para eu o ler. Não há-de demorar muito, garanto! E é engraçado que trouxe precisamente os livros que narram as histórias mais antigas da série de Edilean! Queria trazer mais, mas não havia...

Espero que tenham gostado, hei-de brevemente trazer as aquisições de Junho, livros muito esperados por mim. Finalmente estou a apostar na compra de livros que gosto, embora tenha mão nos custos e nas escolhas, porque gastar dinheiro em livros que acabam por desiludir é frustrante. E carteira queixa-se! xD
Boas leituras!

Beijinho

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Crescendo - Becca Fritzpatrick


A vida de Nora Grey continua longe de ser perfeita. Sobreviver a um ataque que podia ter-lhe custado a vida não foi fácil, mas tudo se resolveu, graças ao seu anjo da guarda - uma criatura misteriosa, sedutora e bela.
Mas Patch tem sido tudo menos angelical. Está mais distante do que nunca e parece estar a passar demasiado tempo com a arqui-inimiga de Nora, Marcie Millar. E, como se isso não bastasse, Nora é assombrada por recordações do seu pai assassinado, começando a pensar que as intrigas dos anjos poderão estar relacionadas com a morte dele.
Desesperada por desvendar os estranhos acontecimentos do seu passado, Nora expõe-se ao perigo, na esperança de encontrar algumas respostas.
Mas todos sabemos que há perguntas que nunca devem ser feitas...

Sinceramente não sei como continuo a ler este género de livros, se há mais desilusões que boas histórias, mas enfim. Neste momento, dentro deste género (young-literature) estou a tentar só pegar nas séries que já comecei a ler. Devo dizer que muito dificilmente voltarei a pegar nesta. Gostei mais ao menos do 1º livro, este foi uma nódoa. Deve ser muito bom para adolescentes, mas para mim é muito superficial, muitos mistérios, muitos ciumes, "Ai não gosto de ti, vai-te embora, porque eu amo-te mas não quero sofrer mais, tu é que fizeste não sei o quê, por isso tu é que tens que vir pedir desculpa...", cenas assim fizeram-me ter pouca paciência para este livro. É 9/10 do livro nisto com algumas achas pelo caminho para pôr na fogueira, e só no final do livro é que acontece tudo, é que se descobre tudo. O final até foi interessante, e fez-me ter vontade de saber o que vai acontecer a seguir, mas ir ler um livro onde passo a maioria nestes dramas de adolescente, para só haver algo de interessante em meia dúzia de páginas... faz-me recuar.

Enfim, um livro para esquecer e uma série despachada.
1/7- Detestei

quinta-feira, 15 de março de 2012

Pedaços de Ternura - Dorothy Koomson


COMO SE EXPLICAM AQUELES MOMENTOS INESPERADOS DE AMOR?

Kendra Tamale regress a Inglaterra, em busca de um novo começo e uma vida tranquila.

Vinda da Austrália, aluga um quarto a Kayle, pai de duas crianças e separado, e arranja um novo emprego. Mas os gémeos de Kyle, Summer e Jaxon, de seis anos, têm outros planos e rapidamente adoptam Kendra como a sua nova mãe.

Aos poucos, Kendra começa a fazer parte das suas vidas, muito embora esconda um segredo doloroso que a obriga a afastar-se de toda a gente - especialmente das crianças.

Então, Kendra reencontra o homem que partilha o seu terrível segredo e tudo se desmorona. Não consegue dormir, é despedida e a mãe das crianças afasta-as dela. A única forma de remediar a situação é confessar o erro terrível que cometeu há tantos anos atrás - algo que prometeu nunca fazer...

Uma história de redenção, esperança e a descoberta do amor nos sítios mais inesperados.


Devo antes de mais, dizer que a sinopse deste livro é um tanto quanto enganadora. Dá-nos a pensar que coisas acontecem assim mesmo por aquelas razões, parece que nos dão a história toda logo ali. Mas não, a história, na realidade é muito mais do que é dito na sinopse.
A história é narrada na primeira pessoa por Kendra, apesar de aqui e ali ser narrada por outras personagens, sendo esses momentos recordações delas próprias. O que acontece frequentemente. A história das personagens não é conhecida logo, sendo conhecida de momentos a momentos, devido às suas recordações, o que pode dar alguma confusão, sobretudo no ínicio, onde vão ver uma situação que não se encaixa bem com o principio da história mas haverá um momento que fará muito sentido.
Nesta história vemos Kendra que se torna uma segunda mãe dos gémeos Summer e Jaxon, a quem tratam por Kendie, e vemos a evolução destas personagens juntamente com a dos pais dos gémeos, juntamente com uma evolução nos seus relacionamentos. Há muito a contar da parte deles. Nada é simples nesta história.
Este livro não é daqueles que se lêem de uma acentada só, mas lê-se bem. É uma história bonita, se bem complexa. Já é o segundo livro que leio desta autora, e estou a ver que estes adjectivos podem ser aplicados a todas as suas histórias. Foi um livro que gostei de ler sem dúvida. Não é dos meus favoritos, mas é um que não vou esquecer.
5/7 - Gosteimuito