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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Acasos do Amor - Juliette Fay


Acasos do Amor
Deep Down True

Juliette Fay
Livro Único

Quinta Essência (2013)
480 páginas

Origem: Biblioteca
3/7 - Gostei mas tenho reservas


A recém-divorciada Dana Stellgarten sempre foi delicada - até mesmo para com os operadores de telemarketing - mas agora está a esgotar-se-lhe a paciência. O dinheiro começa a faltar, os filhos ressentem-se da partida do pai e a sua sobrinha, uma adolescente gótica, acabou de lhe aparecer à porta. Quando Dana entra no turbilhão de um romance pós-divórcio e a abelha-mestra da cidade se torna sua amiga, descobre que a tensão entre manter-se fiel a si própria e gostarem dela não acaba na fase do ensino básico... e que, por vezes, precisamos de um verdadeiro amigo para nos ajudar a acolher a maturidade com toda a sua complexidade cheia de falhas.


Querendo arriscar em novos autores - é sempre bom e necessário, decidi pegar neste livro na biblioteca. Aparentava ser uma história do quotidiano, com algum romance, problemas familiares, etc, etc. Mas dei comigo a sentir-me aborrecida com ele, principalmente na primeira metade do livro. Isto porque a vida da protagonista tinha acabado de sofrer demasiadas mudanças e por causa disso era problemas atrás de problemas e sinceramente eu fico um bocado aborrecida quando nas histórias acontece tudo de mal e não há luz (ou parece não ver) no fim do túnel. No entanto as coisas foram correndo e a história melhorou. No entanto, e apesar de eu adorar romances onde o casal é previsível, achei demasiado previsível o homem com quem a protagonista ia ficar na história. Não há assim tantos a escolher, mas a descoberta deles como casal há muito que eu tinha previsto. Não sei, de repente vejo-me algo implicativa com esta leitura. Não foi má, teve algumas coisas de valor, mas já li coisas muito melhores.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

A Culpa é das Estrelas - John Green



A Culpa é das Estrelas
The Fault in Our Stars

John Green
Livro Único

ASA (2012)
255 páginas

Origem: Biblioteca
3/7 - Não gostei nem detestei



Apesar do milagre da medicina que fez diminuir o tumor que a atacara há alguns anos, Hazel nunca tinha conhecido outra situação que não a de doente terminal, sendo o capítulo final da sua vida parte integrante do seu diagnóstico. Mas com a chegada repentina ao Grupo de Apoio dos Miúdos com Cancro de uma atraente reviravolta de seu nome Augustus Waters, a história de Hazel vê-se agora prestes a ser completamente rescrita.

PERSPICAZ, ARROJADO, IRREVERENTE E CRU, A Culpa é das Estrelas é a obra mais ambiciosa e comovente que o premiado autor John Green nos apresentou até hoje, explorando de maneira brilhante a aventura divertida, empolgante e trágica que é estar-se vivo e apaixonado.



Peguei neste livro, quando o encontrei na biblioteca, porque já tinha lido tão boas opiniões sobre ele, era quase unânime que este livro era muito bom, que falava de um tema delicado e tales, mas que era muito bom, muito lindo, etc, etc e... nhé! Perdoem-me todos os fãs deste livro, mas para mim foi um suplício acabar com ele. Irá ser uma leitura que não irei esquecer é certo, mas mais porque foi daqueles livros quase unanimemente bons que para mim ficou tão aquém das expectativas.

Para começar, temos dois protagonistas bastantes enfadonhos, que tirando a depressão e comentários à altura desta, normais tendo em conta a situação em que estão, são bastante fraquinhas e que poucas emoções passam para o lado de cá. Ambos apaixonam-se um pelo outro, naquilo que considero uma coisa tão demasiado rápida que nem é credível. E toda a relação deles, opá, aquilo não me convenceu. E porquê? Volto a repetir, não há emoções a vir para o lado de cá, excepto de quando a quando.
Este livro poderia realmente ser um supra-sumo, principalmente pelo tema tão delicado, tão depressivo que é, que traz o melhor de algumas pessoas e o pior de outros, o cancro, um dos piores pesadelos que podem aparecer na vida de alguém. Sim, este é um tema bastante impactante quer para aqueles que já o conheceram de perto, outros de mais longe, até por aqueles que não conheceram. Impactante para aqueles que o venceram e para aqueles que foram derrotados. É daquelas coisas que afecta uma toda família, mesmo que tenha vindo depois dele ter acontecido e ter levado um dos membros dela. Sim, é um tema monstruoso. Mas a questão é que ele é desenvolvido de uma forma tão leviana, tão sem emoções cá para fora, que se torna desinteressante no livro. Sim, ele traz consequências trágicas para várias personagens no livro. Mas quase que se passa a leitura indiferente a isso. Apesar de ser um tema, uma doença tão má, ela quase que me passou a lado neste livro. E até que fico zangada, porque sendo o livro como foi escrito, deveria ter tratado o assunto com mais emoção, de uma forma mais realística. Quase que é um conto de fadas um pouco tristezinho pela forma como foi escrito. E um livro escrito à volta deste tema não merece ser escrito assim!

Desculpa lá John Green, dificilmente outro livro teu calhará na lista de leituras minhas. Fiquei bastante mal impressionada contigo.

Nov. 2015: Prognóstico confirmado passado quase um ano! Continuo zangada com este senhor :S

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Oceanos de Fogo - Christine Feehan


Oceanos de Fogo
Oceans of Fire

Christine Feehan
Drake Sisters #3

Saída de Emergência (2012)
352 páginas

Origem: Biblioteca
3/7 - Não gostei nem detestei




Sete irmãs… Venha conhecer a história de Abigail Drake, uma das sete irmãs Drake dotadas de poderes elementares, e a sua profecia de amor...

Sendo a terceira filha de uma linhagem mágica, Abigail Drake nasceu com uma afinidade mística por água e dotada de laços particularmente fortes com golfinhos. Ela passou toda a sua vida a estudá-los, a aprender e a nadar com eles nas águas do mar da sua cidade natal, Sea Haven…

Até ao dia em que testemunhou um assassinato a sangue frio na praia à beira-mar e deu por ela a fugir para salvar a sua vida, indo cair nos braços de Aleksandr Volstov. Ele é um agente da Interpol a seguir o rasto de antiguidades russas roubadas. Um homem implacável que obtém sempre aquilo que pretende, e o homem que já destroçou o coração de Abigail. Mas ele não permitirá que a única mulher que alguma vez amou fique em perigo, ou que lhe escape por entre os dedos…


Uma família composta por sete irmãs, cada uma com o seu poder específico de magia. Poderosas. Romance. Crime. Mistério. Tudo isto daria um livro que juntamente com os outros daria uma boa saga, certo? Não. Decididamente não. Porque a autora faz destas mulheres especiais umas mulheres tão fraquinhas, com tantos medos, indecisões e sem poder de acção que uma pessoa até se pergunta: então mas afinal elas têm poderes para quê? Parece que nunca fazem diferença na história! Tudo isto, juntamente com um romance sem sal, mas onde rapidamente se avança para a parte mais íntima e um mistério/crime que não são desenvolvidos como deve ser e que sendo simples, tornam-se confusos, dá um livro desinteressante. Tinha tudo lá, tudo para dar certo, para dar um livro/saga espectacular. Infelizmente dá um livrito que se lê com algum custo e que não entusiasma.


Livro anterior

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Dei-te o Melhor de Mim - Nicholas Sparks


Dei-te o Melhor de Mim
The Best of Me

Nicholas Sparks
Livro Único

Editorial Presença (2011)
304 páginas

Origem: Biblioteca
3/7 - Não gostei nem detestei




Este novo e aclamado romance de Nicholas Sparks conta a história emocionante de Amanda e Dawson, dois adolescentes envolvidos na mágica experiência do primeiro amor. Contudo, sob a pressão familiar e social, são obrigados a seguir vidas distintas. Somente vinte e cinco anos mais tarde voltam a encontrar-se, por altura da morte do único homem que tinha protegido o jovem casal apaixonado. E se para ambos o amor de outrora se revela intacto, confrontam-se inevitavelmente com as escolhas feitas e os compromissos assumidos. Qual então o sentido daquele encontro, se nada podia mudar o passado?


Quando soube deste livro até me admirei nunca o ter lido. Mas após ter visto a data de lançamento em Portugal, lá percebi, ele foi editado por cá já depois da minha leitura sem parar de livros do Nicholas Sparks, autor que já não pega há alguns anitos.
Devo dizer que este livro foi algo aborrecido de ler. Fui lendo, mas sempre sem grande interesse. As personagens não são das mais inspiradoras, o seu reencontro é um bocado sem sal e que não leva a nada. Basicamente a história vai-se passando, algumas coisas vão acontecendo, e a acção decorre mais no fim, quando tudo se resolve (ou não) e a vida de uns dá mais significado a outros.
Ná, decididamente, este autor sabe escrever melhor. E até me admirei de isto dar origem a filme. Vá-se lá entender os gajos da industria cinematográfica.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

A Torre dos Anjos - Philip Pullman


A Torre dos Anjos
The Subtle Knife

Philip Pullman
His Dark Materials #2

Editorial Presença (2003)
277 páginas

Origem: Biblioteca
3/7 - Nem gostei nem detestei

+1 Finish The Series Reading Challenge 2014


Mundos Paralelos é uma trilogia magnífica que se iniciou com os Reinos do Norte. A acção decorre num universo parecido com o nosso, embora diferente em muitos aspectos. Will é um jovem determinado a descobrir a verdade acerca do desaparecimento de seu pai, e para o conseguir tem de viajar até ao mundo de Cittàgazze. É lá que conhece Lyra, que, assim como ele, tem uma missão que pretende concretizar a qualquer custo. No entanto, aquele é um lugar estranho e fortemente inquietante... É também lá que se situa a misteriosa Torre dos Anjos, que guarda o segredo mais importante de Cittàgazze... Uma obra fabulosa, que à luz da mitologia escandinava e da tradição cristã, explora a possibilidade de existirem Mundos Paralelos.


A Torre dos Anjos é o segundo livro desta trilogia de Phillip Pullman. Contudo não tem uma história em que já conhecemos o universo em questão, as personagens todas, etc, etc, porque este livro envolve mundos que no livro anterior eram desconhecidos. Desta forma então, temos um segundo protagonista Will, que a certo ponto vai conhecer Lyra, a protagonista do primeiro livro.
A princípio parece não haver ligação com o primeiro livro, mas perto do meio deste começa a haver uma maior conexão entre mundos, personagens, etc, etc. Ficamos também a conhecer melhor os planos do Lorde Asriel, o pai de Lyra, quer a vontade da mãe desta em contrariar esses planos, a temível senhora Coulter.
Devo dizer que apesar de ser uma história curiosa, inédita até, não me está a cair no goto. Gostei imenso do primeiro livro e do filme que lhe deu origem, mas não gostei tanto do desenvolvimento que a história tem. A curiosidade impele-me a começar o terceiro livro, nem que seja para satisfazer um bocado essa tal curiosidade, pelo menos até chegar a algum ponto em que não queira continuar. Pelo menos assim saberei que realmente não gosto ou quero continuar a ler a história. Vamos a ver.


Livro anterior

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Uma Terra Distante - Nora Roberts


Uma Terra Distante
A World Apart

Nora Roberts
Livro Único

SDE para a revista Flash (2014)
125 páginas

Origem: Estante
                                         3/7 - Nem gostei nem detestei


Kadra é uma exterminadora de demónios à caça de uma criatura perigosa que transforma homens em monstros. Ao descobrir que a sua presa foi parar à Nova Iorque do séc. XX, é forçada a viajar a esse mundo onde trava uma amizade improvável com Harper Doyle. Sem ele, mal consegue compreender e sobreviver num mundo tão estranho. Mais estranho ainda são os sentimentos que sente nascer por Harper. Mas a não ser que impeça o demónio, ambos os mundos – bem como a relação entre os dois – podem não sobreviver à destruição…


Um mundo novo, monstros novos, cultura nova. Tudo isto mas a protagonista é transportada para a nossa Terra e confrontada com a nossa realidade. É forçada pelo destino a trabalhar com Harper Doyle que por sua vez é confrontado com toda a sua bagagem. Uma boa história mas que peca pela pouca complexidade dos intervenientes e das suas atitudes e pela enorme rapidez com que se desenrola toda a história entre ambos. Claro que o tamanho pequeníssimo do conto obriga a alguma leveza e rapidez, ainda assim é tudo muito abrupto e algo superficial, embora tenha as suas qualidades.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Paixão Bordeaux - Rosie Thomas


Paixão Bordeaux
Celebration

Rosie Thomas
Livro Único

Editora Saída de Emergência (2009)
287 páginas

Origem: Biblioteca
3/7 - Não gostei nem detestei (não vale o esforço de odiar...)




Para Bell Farrer, uma jornalista de vinhos em ascensão, esta é a grande oportunidade da carreira: entrevistar o eremita Barão Charles de Gillesmont, do Château Reynard em Bordéus, e o génio dos negócios Valentine Gordon, da Adega Pedra Seca na Califórnia. Comparar o Velho Mundo e o Novo, a paixão e o lucro, séculos de tradição e a mais recente tecnologia. Mas, subitamente, a carreira é a última coisa na cabeça de Bell. Ao investigar a vida de ambos, descobre que a rivalidade dos dois ultrapassa o mundo dos negócios. Em tempos, eles disputaram o amor da mesma mulher. Mais do que adversários, tornaram-se inimigos. E tudo se agrava quando a história parece repetir-se, e Bell desperta em ambos o mesmo sentimento. Como pode ela, amar um, e sentir-se atraída pelo outro? Só aventurando-se à vez, em ambos os mundos, poderá finalmente reconhecer o seu lugar…


Coisa chata. Perda de tempo.
Comecei esta leitura com algumas expectativas, a sinopse parecia ser interessante... Contudo, deixei de entender/compreender a protagonista desde muito cedo. Esta tem uma história complicada, com o seu pai a desmoronar-se após a morte da mãe e a deixá-la sozinha no mundo muito cedo, depois há o noivado rompido com Edward que continua a gostar dela mas que ela só vê como o melhor amigo dela - mas isto acaba por não ser importante para a história. Resumindo, isto parece uma história de ping-pong entre Charles, o barão francês frio mas que por dentro parece ter algo que Bell consegue ver e que continua a tradição da sua família no que toca às vinhas e por outro Valentine, o seu maior inimigo, um playboy, que utiliza as melhores e recentes tecnologias no que toca a fazer vinhos e que atrai Bell.
No início apesar de achar o "amor" entre Bell e Charles muito repentino, até tentei gostar do homem, mas ao longo da história comecei a desinteressar-me... Já Valentine, desgostei dele logo desde o início e nem o fim me fez gostar dele - apesar de parecer nutrir sentimentos por Bell, sempre que esta se afastava, lá estava ele com outra no colo, pelo que nunca me soou verdadeiro.
Passei grande parte da leitura a perguntar-me qual seria o objectivo da história, já que parecia não haver um fim para Bell e lá o fim esclareceu-me que sim, haveria um fim feliz para Bell, mas no entanto não foi coisa que me convencesse e não me impediu de continuar a achar isto uma grande perda de tempo. Aliás, apesar de haver outro livro desta autora cuja sinopse me interessou, acho que não vou pegar em mais nenhum livro dela - parece só ter histórias de ping-pong, muito nhé (ou seja, desinteressantes).

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Filha da Magia - Barbara Bretton


Filha da Magia
Spells & Stitches

Barbara Bretton
Sugar Maple #4

Editora Quinta Essência (2013)
344 páginas

Origem: Biblioteca
3/7 - Nem gostei nem detestei

+1 Finish The Series Reading Challenge 2014


Em Sugar Maple, Vermont, Chloe Hobbs não podia estar mais feliz com a sua gravidez. No entanto, com a chegada da nova moradora da vila, as coisas vão tornar-se ainda mais mágicas! Laria é um bebé perfeito e Chloe e Luke são uns pais babados mas, ao descobrirem que Laria sai à mãe nas artes mágicas, torna-se claro que a bebé pode ter mais poder do que aquele com que uma profissional como Chloe consegue lidar. Em Filha da Magia, Barbara Bretton continua a saga iniciada em Feitiços de Amor, A Magia do Amor e Sonhos Encantados.


É possível esta saga descer mais? Devo dizer que quando peguei no primeiro livro, há cerca de 4 anos atrás, foi simplesmente uma lufada de ar fresco, uma leitura que me animou o dia, que me aliviou dos estudos na altura, foi um livro verdadeiramente apreciado. Apesar de não ser um livro 5 estrelas, foi um bom livro, uma boa leitura. Veio o segundo livro e este já não conseguiu chegar aos calcanhares do anterior. Foi bonzito, está bem, mas não tão engraçado nem tão brilhante. De seguida, o terceiro, e a fasquia continuava a descer. Ainda assim continuei, porque apesar da história ser cada vez menos fascinante, eu continuava curiosa com as personagens, com o potencial da história e do mundo criado em Sugar Maple. Estando o quarto livro e último livro à vista, as expectativas subiram, todos diziam ser o melhor livro da saga, que valia a pena ler, que até dava para ler o livro isoladamente. Mas, desculpem-me todos os que lerem e adoraram este livro, para mim foi uma desilusão. Vamos lá.

Em Filha da Magia, Chloe está grávida e presa à impossibilidade de mandar embora a troll que o seu avô recentemente descoberto lhe impingiu para que ajudasse ao nascimento da pequena Hobbs que ai viria. A par disto temos ainda a enorme família que Luke tentava afastar da vila mágica, mas que com o conhecimento da gravidez, entra pela vila e pela vida deste casal dentro. A sinopse prometia uma história bem empolgante devido à pequena Hobbs que uma vez nascida promete mais magia do que Chloe consegue lidar. Mas sejamos sinceros: à parte de umas pequenas manifestações de magia que a bebé faz e cuja autoria é apenas esclarecida no final da história, tudo o resto é tanga.

Basicamente esta história baseia-se nos precalços da vinda da família da Luke e nas tentativas de esconder a magia destes; no nascimento de Laria, a bebé de Chloe e Luke, que foi imprevisível para eles, apesar de suspeitarmos cedo do que ia acontecer; numa ida às urgências por algo que acontece a Laria mas que para além do propósito de nos dar mais pistas acerca de um sujeito desconhecido que aparece na história, não serve para mais nada, já que não é esclarecida a causa do que aconteceu a Laria; e um acontecimento final, que serve para dar um bocadinho de drama e propósito à história, para nos mostrar quem é o indivíduo desconhecido e o seu objectivo na história, para mostrar mais uma vez a inabilidade de Chloe de fazer algo de jeito, apesar de supostamente ser mágica (já agora ela é o quê ao certo? nunca disseram a espécie mágica a que ela pertencia) e para confirmar que a bebé tem poderes que nunca se imaginou mas que pouco são mostrados. Lá está, espera-se um história cheia de magia devido à pequena Laria, mas calha-nos uma embrulhada de todo o tamanho, que não gostei.

Esperava muito mais desta saga e especialmente deste livro, quer pela sua sinopse, quer por ser o último livro da saga e também por ler tão boas opiniões dele. Foi uma desilusão por completo. Ainda bem que me limitei a comprar o primeiro livro - se comprasse os outros, era puro desperdício de dinheiro.


Livro anterior
Sonhos Encantados (Sugar Maple #3)

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Desejos de Chocolate - Trisha Ashley

10711473

Na perfeita aldeia de Sticklepond, Lancashire, Chloe faz e vende chocolates deliciosos e inspiradores, que contêm uma previsão ou uma frase encorajadora para cada cliente. Se a sua vida fosse tão fácil de prever, talvez Chloe pudesse ter visto que iria ser abandonada junto ao altar… Mas quando um novo vigário chega à aldeia, os rumores aumentam de intensidade. Para além de ser o carismático ex-líder da banda rock Mortal Ruin, Raffy Sinclair é também o primeiro amor de Chloe e o homem que lhe destroçou o coração. Por mais que tente, Chloe não consegue ignorar aquela aparição do seu passado. Poderá ter chegado agora o momento de pedir um desejo - e atrever-se a acreditar que este se pode transformar em realidade? Uma heroína simpática que faz chocolates, um irmão adolescente (e gótico), um avô escritor que é também feiticeiro, uma tia cigana que lê cartas de tarô e folhas de chá, um herói invulgar (e lindo!) e uma aldeia cheia de personagens excêntricas e adoráveis são os ingredientes deste encantador romance de Trisha Ashley, autora publicada pela primeira vez em Portugal pela Quinta Essência.


Primeiro pensamento em relação a esta leitura: Tantas páginas desperdiçadas. Tantas páginas aborrecidas...
Enfim, resumindo, Desejos de Chocolate poderia ser um livro muito melhor. E digo isto porque tem cerca de 300 páginas e apenas nas últimas 100 é que a história se desenvolve. Claro que precisamos da informação que nos é dada nas 200 pg anteriores, mas bolas, aquilo não poderia ter sido resumido? Faz com que o livro se torne chato, podendo levar à desistência por parte de certos leitores.
A história até tem algo para dar, mas se fosse mais complexa, se fosse mais movimentada, não tão repetitiva e aborrecida na maior parte do livro, saía muito a ganhar. Só o final ou as últimas páginas é que tornam a história interessante. E lendo bem a sinopse, já sabemos a história toda ou quase...
Resumindo, fiquei de pé atrás com esta autora. Por acaso tenho um livro dela em inglês, Twelve Days of Christmas, e não sei o que esperar dele. Vamos lá ver...

3/7 - Não gostei nem detestei

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Despertada - P. C. Cast + Kristin Cast

Despertada (Casa da Noite, #8)

A Casa da Noite aguarda-te. Um local cheio de perigos e segredos onde os jovens marcados têm dois destinos: ou se transformam em vampiros ou morrem destroçados.
Exonerada pelo Alto Conselho dos Vampiros, Neferet jurou vingança contra Zoey Redbird e o domínio que exerce sobre Kalona é apenas um dos planos que pretende usar contra ela. Mas Zoey encontrou refúgio na Ilha de Skye e está a ser treinada pela rainha Sgiach para tomar o seu lugar. Haverá algo melhor do que a ideia de se tornar uma rainha? Porque desejaria voltar para Tulsa? Após a perda de Heath, Zoey nunca mais foi a mesma e a sua relação com o guerreiro Stark também poderá nunca voltar a ser igual…
E conseguirão a vampira Stevie Ray e Refaim continuar juntos? Este recusa ser usado contra ela, mas que escolha tem quando ninguém, nem mesmo Zoey, aprova a relação entre ambos? Irá Refaim trair o seu pai ou escolher o seu coração?
Atenção, a sinopse é bem mentirosa... Quem a fez leu realmente o livro???


[Pensamentos durante a leitura]
  • A ver se ainda vale a pena seguir esta saga. A vontade já não é muita, por isso vamos ver...

Despertada é o oitavo livro da saga Casa da Noite. Comecei a seguir esta saga com algum entusiasmo, afinal sempre se tratava de um mundo diferente, de uma mitologia diferente e, apesar dos sobrenaturais serem vampiros, estes eram muito diferentes dos habituais.
A história ganhou alguma complexidade, mas nem por isso se tornou melhor. Basicamente o que me desagradava em pequena quantidade nos outros livros, foi o que me fez bufar neste. O tom demasiado adolescente dos diálogos das personagens, aparece com termos que não passam pela cabeça de ninguém às colheradas. A mitologia tão bem pensada foi ganhando cada vez mais pormenores que não têm conexão uns com os outros. Muitas das personagens são tapadinhas como tudo. "Ah e tal, toma lá a terceira profecia a falar do mesmo assunto - ah mas não, não quero saber, se eu tapar os olhos e os ouvidos, nada acontece à minha volta...". Este livro perdeu muito devido a estes pormenores, daqueles que se fosse uma pessoa violenta e com pouco respeito pelos livros atirava-o para o outro lado da sala! Até o romance entre Refaim e Stevie Ray perde interesse neste livro!
É pena, realmente, porque se a história fosse bem contada, com um fio condutor bem definido, com as coisas bem ligadas, com personagens não tão panhonhas, mais complexas e não tão estereotipadas, a saga ganhava e muito.
Portanto, só volto a pegar nesta saga quando tiver muita vontade de voltar a ela, com muito tempo para ler e com poucos livros interessantes... portanto, com uma probabilidade muito reduzida.

3/7 - Nem gostei nem detestei

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Magia ao Vento - Christine Feehan


A Sarah voltou para casa. Desde que Damon Wilder procurou refúgio em Sea Haven ouve-se o mesmo boato passar de boca em boca de quase todos os habitantes da pacata vila costeira. Até o vento parece murmurar o nome dela - um devaneio tão sugestivo que leva o curioso Damon até à casa da falésia de Sarah, onde procura o seu abrigo.
Mas Damon não chegou sozinho. Foi seguido por alguém até Sea Haven. Alguém que rodeia as sombras da casa Drake, onde Sarah esconde os seus próprios segredos. O perigo ameaça os dois - tal como o desejo mais premente que alguma vez sentiram - e está a apenas um sussurro de distância.


Este é um livro que promete. Uma série com irmãs que têm magia dentro de si, profecias de família, entre outros... para quem gosta de fantasia, é um livro ideal. Juntando o romance entre um homem que traz um passado difícil e a irmã mais velha desta família seria a cereja no topo do bolo.
No entanto, apesar destas premissas todas, este livro não me encantou para aí além. A história perde pela parca caracterização das personagens. Sei que o Damon ronda os 40 anos porque é dito na história, mas não faço a mínima ideia de quantos terá Sarah. Tenho ideia que ela é loira mas não tenho bem a certeza. E isto é tudo o que posso dizer no aspecto físico. Ah e tal ele é muito inteligente e ela é muito bondosa, mas não sei mais nada. Para além desta falha, durante toda a história não consegui sentir nenhuma ligação com as personagens. As coisas passam-se mas eu "vejo-as" à distância. Não se estabelece nenhuma ligação entre o leitor e a história. Toda a história é vista muito superficialmente, não perdia nada (aliás até ganhava) pela caracterização das personagens, do ambiente, até um melhor desenvolvimento do romance entre os protagonistas, que achei muito fraco. Eles mal se vêem ficam logo apaixonados e mais nada. Nem direito a uma discussão temos... Eles concordam em tudo, é um romance de fadas... E o que mais me irritou ao principio é que quando se conheceram vezes sem conta Damon faz ou diz certas coisas contra vontade, sem o tencionar. Uma, duas vezes, até se tolera. Agora um outra e mais outra vez, torna-se muito esquisito.
Enfim, é um livro que promete mas que não cumpre... achei-o pouco desenvolvido. É um livro pequeno precisamente porque precisa de um maior desenvolvimento. Este deveria ter sido o rascunho e a escritora deveria ter pegado nele e continuado, feito mais, criado uma ligação maior com a história.
Bem, quando puder irei pegar no próximo (mal não faz) ver se melhora em relação a este. Se tal não se cumprir, duvido que volte a pegar na série.
3/7 -  Não gostei nem detestei

quarta-feira, 15 de junho de 2011

A Minha Vida num Prato - India Knight



A Minha Vida num Prato é um livro hilariante e comovente sobre as venturas e desventuras de uma mulher casada. Clara é uma heroína tão descomedida e despretensiosa que é impossível não gostar dela. Publicado no Verão de 2000, no Reino Unido, tornou-se em pouco tempo num sucesso editorial.



O que dizer deste livro? Sinceramente não sei. Há quem o descreva como uma espécie de cruzamento entre O Sexo e a Cidade, O Diário de Bridget Jones e Donas de Casa Desesperada. Como nunca vi nenhum destes filmes/séries não posso concordar nem discordar. Mas pelo que sei destes, acho que é uma boa comparação.
Neste livro deparamo-nos com Clara, uma mulher casa com dois filhos e um marido que trabalha na Vogue. Um sonho este marido, não é? Não. Detestei o marido dela, principalmente no fim. Quanto a Clara, achei-a por vezes engraçada, outras entediante, e muitas vezes desastrada. E com uma família que não lembra a ninguém. Nesta história seguimos Clara com os seus anseios, as suas dúvidas acerca da sua vida de casada e mãe.
Sinceramente não sei o que achar deste livro. Quando penso nele, fico meia indiferente. Tem bons momentos divertidos, mas entre eles há páginas e páginas que não me puxam para ler. Enfim, talvez alguém goste.

3/7 - Não gostei nem detestei