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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

A Luz do Fogo - Sophie Jordan

A Luz do Fogo

Marcada como especial numa idade precoce, Jacinda sabe que cada movimento seu é controlado, mas anseia pela liberdade de poder fazer as suas próprias escolhas. Quando quebra o princípio mais sagrado entre a sua espécie, quase chega a pagar por isso com a própria vida. Até ser salva por um belo desconhecido. Um desconhecido que foi enviado para caçar aqueles que são como ela. Jacinda é uma draki – descendente de dragões cuja maior defesa é a habilidade secreta de mudar para a forma humana. Forçada a fugir para o mundo mortal com a sua família, Jacinda esforça-se por se adaptar ao seu novo ambiente. A sua única luz é Will. Um jovem lindo e evasivo que devolve a vida ao seu draki interior. Embora se sinta irresistivelmente atraída por ele, Jacinda sabe o segredo obscuro de Will: ele e a sua família são caçadores. Deve, por isso, evitá-lo a todo custo.
Mas o seu draki interior está a morrer lentamente – se ele morrer, ela será humana para sempre. Fará tudo para impedir que isso aconteça. Mesmo que isso signifique ficar mais perto do seu mais perigoso inimigo.
Poderes míticos e um romance de tirar o fôlego inflamam a história de uma rapariga que desafia todas as expectativas e cujo amor atravessa quaisquer obstáculos.


[Pensamentos durante a leitura]
  • Tirando as emoções dos primeiros capítulos, onde se dão as causas de Jacinda ter de fugir para o mundo mortal (citando a sinopse), a história só tem passado por "Ai, preciso de o ver, ai preciso de o ver, para o meu drakai não morrer, , acabo de o sentir aproximar-se, ai, ele vem aí, etc, etc". Por favor digam-me que a história não se resume a isto e que vai evoluir rapidamente.

A Luz do Fogo é um livro que se insere na literatura jovem e que acompanha as últimas modas de adolescentes sobrenaturais que se apaixonam por quem não devem e blá, blá, blá. Obviamente não foi isso que me seduz. A linda capa, acompanhada de uma sinopse que nos revela sobrenaturais nunca falados, inventados e descendentes de dragões foi o que me despertou para este livro e me fez querer lê-lo.
Como escrevi durante a leitura, a principio temos bastante emoção, mas depois esta desvanece-se para dar lugar a dramas de adolescentes (em dupla, já que Jacinda tem uma irmã gémea que não é/tem um draki), ai aquele quer não me quer, ao faz tudo para se ser aceite, lá misturado com algum desespero pois Jacinda não é humana embora finja tal, logo não suporta certos ambientes como os comuns mortais o fazem e nem sempre consegue controlar os seus instintos de draki, a sua essência, que vai morrendo aos poucos, mas que revive sempre que o Will - o nosso protagonista de quem Jacinda devia fugir pois é uma caçador de drakis, mas não consegue - se encontra nas suas proximidades, e quase que domina por completo a nossa protagonista. [Esta deve ser das frases mais compridas ou a mais comprida que alguma vez escrevi, logo perdoem-me a falta de conexo.] Por fim, estes protagonistas dão-se a conhecer quem são na realidade, começam a dar-se bem e então é aí que a acção começa e o livro acaba.
Portanto, se estão à espera de literatura jovem, cheia de dramas adolescentes, avancem.
Se estão à procura de algo profundo e cheio de fantasia e sobrenaturais, recuem.
Se estão curiosos acerca deste novo mundo de drakis, o que têm a fazer é suportar estes dramas que, espero, só preenchem este primeiro livro, e esperar pelos próximos, pois há esperança que os próximos tragam maiores desenvolvimentos nesse sentido.

4/7 - Gostei mas tenho reservas