sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Testemunha Mortal - J. D. Robb

Epá, só faltam 4 dias (incluindo hoje) para o fim do ano, logo 4 dias para eu postar a minha opinião dos 9 livros (quiçá 10) que li este ano e sobre os quais não disse nada aqui, portanto virão em dose tripla. Enjoy :)



Na noite em que a tenente Eve Dallas e o seu marido Roarke assistem à estreia de uma peça de teatro baseada numa história de Agatha Christie, testemunham a morte ao vivo de Richard Draco, o ator principal, assassinado por uma faca real em pleno palco. Eve rapidamente se vê a assumir o clássico papel do detetive que tem de descobrir o autor do crime.
Mas todos os suspeitos tinham uma razão para desprezar a vítima, um misógino que abusava de mulheres, incluindo uma que sabia ser sua filha. O conflito emocional de Eve torna-se mais intenso à medida que avança no caso pois o seu próprio passado volta a assombrá-la. Só Roarke poderá protegê-la e tentar curar Eve do negrume desse passado. Se falhar, talvez não haja um futuro…


[Pensamentos durante a leitura]

  • "Mas será que estes burros não compreendem que se chantagearem o homicida, o que o futuro lhes reserva não é riqueza mas sim a forca???"
  • "Estou a adorar este livro :D"

Disse que estava a adorar o livro enquanto o lia, certo? E a sensação manteve-se durante toda a história. É para mim um dos melhores livros da série, adorei-o do principio ao fim.
Esta é daquelas histórias que não é fácil descobrir o assassino. Temos por aqui e ali algumas confissões deste, o que me fez logo dizer alto e bom som uma característica dele. E fico feliz por não me ter enganado :)
É um caso que mexe muito com várias personagens já nossas conhecidas, principalmente com Eve. A vítima de homicídio não era tão vitima assim, e digamos que o assassínio desta não fez ninguém chorar lágrimas verdadeiras, se houve eram de crocodilo. Por isso já entendem...
É realmente uma história que toca, que nos faz querer ler mais e mais e quando chegamos ao fim, temos pena por ter acabado porque queremos mais. É mesmo uma das melhores histórias da série. Mal posso esperar pelo próximo :D

7/7 - Adorei. Obra Prima.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Inspiração #20


Adorei esta sugestão da Lili para a passagem de ano! Fiquei também cheia de vontade de comprar aquelas paletas lindas da Urban Decay...

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal!


Para todos os que passam por aqui, desejo um Feliz Natal, cheio dos melhores sentimentos que se pode ter: amor, carinho, ternura. Que possam estar juntos daqueles que mais amam num tempo de paz. E que o Natal não seja só hoje e amanhã, mas todo o ano.



Que possam celebrar o verdadeiro Natal :)

sábado, 22 de dezembro de 2012

Prenda de Natal


Olá!

Hoje pude ir com os meus pais escolher a minha prenda de Natal: um relógio que já há muito tempo desejava. 
Eles decidiram que iriam então dar-me o relógio que já andava a falar há tanto tempo e lá fomos! Como não sabiam qual o relógio claro que fui toda contente com eles :)
Gostam?










                  Turquoise Rebel da Swatch

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Dias de Ouro - Jude Deveraux


Escócia, 1766. Angus McTern tem tudo o que pode desejar na vida. Embora o avô tivesse perdido as terras e o castelo da família num jogo de cartas quando Angus era pequeno, ele continua a encarar seriamente os seus deveres na qualidade de laird. Por conseguinte, quando a herdeira legítima do castelo — a bonita Edilean Talbot — aparece, a calma existência de Angus fica abalada para sempre…
No início, Angus trata Edilean com frieza. Ressente-se da educação privilegiada da jovem e sente-se enraivecido pela forma como todo o seu clã parece adorá-la. Contudo, quando a herança de Edilean é roubada e ela precisa desesperadamente da sua ajuda, Angus põe o orgulho de lado. Porém, nem tudo é o que parece, e devido a uma terrível confusão Angus é acusado de se apoderar da herança da jovem. A partir desse momento, a única forma de escapar à perseguição consiste em subir a bordo de um navio na companhia de Edilean. Durante a travessia, o amor começa a nascer entre eles. Contudo, a felicidade é de curta duração pois não é a liberdade aquilo que os espera na América, mas o ganancioso noivo de Edilean, que faz tudo para obrigar Edilean a regressar à Escócia com ele. Porém, o destino volta a reunir Angus e Edilean...


Devo dizer, antes de mais, que apesar de a capa original ser mais relacionada com a história, a capa portuguesa é lindíssima! E emparelha bem com os restantes livros da série.
Conhecendo já o estilo da autora e tendo gostado dos outros livros da série que já li, não tinha dúvidas que este livro seria uma aposta ganha. E assim foi. Sendo uma história que decorre numa época diferente dos demais, na altura em que os EUA ainda eram dos ingleses, franceses e índios, é diferete dos demais, mas com aquele toque da Jude Deveraux, um romance delicioso.
O romance entre Edilean e Angus não é fácil, demora bastante tempo a desabrochar, os próprios protagonistas demoram a admiti-lo e depois das declarações feitas, ainda há separações pelo meio. Edilean, apesar da vida que teve, é uma rapariga mimada, rica, sujeita a um iminente casamento indesejado e com um noivo para lá do ganancioso. (Mas nem tudo é o que parece) Angus é um homem do campo, responsável pelo seu imenso clã que trabalha na propriedade do tio de Edilean, trabalhador, e à primeira vista rude, mas como disse nem tudo é o que parece. Separados têm bastantes falhas, juntos são capazes de ultrapassá-las. Muito cliché, é verdade, mas na verdade eles vão passar muito tempo separados, pelo que vão ter que crescer sozinhos (Edilean, sobretudo).
Pelo meio conhecemos personagens deliciosas, que mais uma vez não são o que parecem, temos bulhas de mulheres pelo meio xD , o romance merecido e muita gargalhada. Tem cenas que é impossível não rir à descarada! Temos ainda suspeitas de crimes, diamantes à mistura... enfim, é um romance complexo.
No fim, ficamos satisfeitos, com o bem vencendo o mal, e os nossos protagonistas juntos. Recomendo vivamente para quem já é fã de Jude Deveraux, e para todos os românticos, claro :)

7/7 - Adorei. Obra Prima

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Maquilhagem de Natal

Para quem gosta de maquilhagem pensei em dois itens diferentes. Curiosamente são lápis de olhos!

Os primeiros são os Metallic Eye Definer Pencil da nova colecção de maquilhagem da The Body Shop. Penso que custam 9€ e têm cores bem bonitas. Todos eles me tentaram, só tenho pena que sejam um pouco caros...

Para quem está a pensar num tom mais dourado e barato, este é o ideal: o Precision Eye Pencil Longlasting na cor 090 Gold Me Tight! da Catrice.


Já aqui tenho dito que adoro este tipo de lápis de olhos da Catrice, embora esteja a falhar por ainda não ter mostrado nenhum. Este é lindo! É uma cor que associo mesmo ao Natal. Faz parte dos novos produtos adicionados à colecção permanente da marca. Quem pode, vá cuscar :)

O Verão das nossas Vidas - Luanne Rice


Capri: uma ilha lendária, mergulhada em sabedoria e mistérios seculares…
Uma mulher que aprende finalmente a confiar na vida e no amor…
Mãe e filha, separadas durante anos, à procura de uma forma de enfrentarem juntas o futuro…

Há dez anos, Lyra Davis deixou para trás as pessoas que mais amava, incapaz de reconciliar as expectativas da família com as aspirações do seu próprio coração. Agora vive tranquilamente no meio de uma comunidade de expatriados em Capri, aprendendo devagar, com cuidado e pela primeira vez, a viver em pleno, desabrochando graças à amizade de um homem único que reconhece nela a sua alma gémea.
Em Newport, Rhode Island, Pell Davis está preparada para assumir o seu lugar entre a elite local. Porém, tanto ela como a irmã mais nova, Lucy, ainda suspiram pela mãe que as abandonou quando eram crianças, para serem criadas pelo pai que as adorava. Pell acha que conhece os motivos da sua mãe, que julgava poder amá-las melhor se partisse. Mas agora, com o pai morto, Pell decide atravessar o oceano para encontrar a mãe de quem se recorda e as verdades escondidas que Lyra nunca fora capaz de contar…
Sentimental e inesquecível, O Verão das Nossa Vidas revela como um romance improvável dá nova forma ao significado do amor e uma família resiste ao reavivar de memórias para encontrar um novo caminho.


Pelo que pude aprender dos dois livros que já li desta autora, Luanna Rice gosta de escrever sobre famílias e redenção. Nem sempre a história se sucede como queríamos, nem sempre o fim é como desejamos, mas haverá sempre uma família reconciliada no fim. E é o que acontece com este livro. Temos duas filhas que não vêm a mãe há 10 anos e não sabem a razão porquê. Vemos a filha mais velha, Pell, ir ao encontro da mãe conhecê-la e saber os reais motivos da sua partida. Nisto temos ainda o relato das imensas consequências nas suas vidas desta separação, bem como alguns dramas familiares nos vizinhos de Lucy, a mãe.
Nem tudo é o que parece e realmente há muito a contar acerca da separação desta família. A reconciliação nem sempre é fácil, mas é possível.
É uma leitura que gostei embora não possa referir Luanna Rice como uma das minhas escritoras favoritas - há outros estilos literários que gosto mais.

5/7 - Gostei