quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Para Sempre, Meu Amor - Cathy Kelly

Para Sempre, Meu Amor

As fadas madrinhas existem, mesmo nas tranquilas colinas irlandesas.

Na bonita cidade de Carrickwell vivem três mulheres cujas vidas se encontravam completamente delineadas: a ambiciosa Mel estava determinada a ter uma carreira e uma família; a atenciosa Daisy sonhava em ter um filho com o namorado, e a impetuosa Cleo queria terminar o seu curso e entrar no negócio da família.

Mas as circunstâncias mudaram e tudo se desmoronou.

Quando Leah, uma enigmática mulher a braços com os seus próprios problemas, abre o Spa Cloud’s Hill, Mel, Daisy e Cleo desenvolvem uma amizade e a coragem de descobrir o que realmente importa para elas, para sempre...


[Pensamentos durante a leitura]

  • Três vidas bem complicadas que vão ter a ajuda de uma dona de um spa que tem muito mais para oferecer... Tem sido interessante.

Para Sempre, Meu Amor conta-nos a história de três mulheres, muito diferentes entre si, que vivem na vila de Carrickwell: Mel, Daisy e Cleo. Três mulheres bem diferentes, cujas vidas precisam de um rumo de várias mudanças para chegar ao equilíbrio, e que são muito ajudadas por Leah, uma mulher muito sabida mas também muito sofrida, e pelo seu maravilhoso spa (Também quero!).
Mel é uma mulher trabalhadora, casada, mãe de duas meninas, que vive numa correria, sem tempo para nada e que sente uma enorme culpa por não estar a dedicar tempo e atenção às suas filhas como gostaria, ao mesmo tempo que sente uma enorme inveja por aquelas amigas que deixaram de trabalhar para cuidar dos filhos. O início da história começa com esta personagem e devo dizer que fiquei um pouco entediada porque era isto e mais isto. Ora tínhamos Mel na correria, ou a sentir inveja das amigas, o assunto de mães trabalhadoras versus mães domésticas vezes sem conta. Acho que esta parte poderia ser mais resumida e não bater tanto no assunto. Quando Mel decide mudar a sua vida, a sua história começa a ser muito melhor e mais fácil e interessante de ler.
Daisy é uma mulher que trabalha numa loja de roupas da qual é sócia, deseja ser mãe e encontra no seu namorado, Alex, a tampa para todos os seus problemas de auto-estima. E digo tampa, porque quando o Alex mostra quem verdadeiramente é (merecendo nada mais do que muita tareia), Daisy volta ao que era quando o conheceu: insegura, muito insegura e cai na depressão. Felizmente tem amigas espectaculares que a ajudam a ultrapassar tudo isso.
E por fim, temos Cleo, a minha personagem favorita. Sendo a filha mais nova mas mais inteligente de uma família dona de um pequeno hotel, Cleo tirou o curso de hotelaria, ou lá o que é, para poder gerir ou melhorar o hotel que tanto adora. Mas sai-lhe o tiro pela culatra e acaba numa desavença com os pais e irmãos que decidem vender o hotel sem lhe dizer nada, para além que nunca lhe deram ouvidos às sugestões para melhorar o hotel que precisava e muito dessa melhoria. Devo dizer que fiquei do lado dela e não sei se conseguiria agir como ela agiu posteriormente. No entanto, no fim, saiu-lhe a sorte grande em muitos aspectos :)
Leah é aquela senhora que criou um spa, em homenagem a outro que visitou à anos e que a ajudou a recuperar a sanidade e o equilíbrio, após um acontecimento trágico, mas que graças ao que passou tem a palavra certa para aqueles que precisam de ajuda. Um amor de pessoa.
Esta não é uma história só, é um encontrar de várias histórias, de várias mulheres que encontraram os sues finais felizes. É, digamos, um romance, mas bem diferente do que esperava e bem diferente do que tinha lido. Uma experiência que quero repetir.

Só há uma coisa que não entendo: o título. "Para Sempre, Meu Amor" é um título que sinceramente não consigo associar ao livro. Talvez seja referente a Leah, não sei. Outra coisa que também é obrigatório referir é a falta de uma revisão atenta ao livro. É o caso de encontrar "queijo" em vez de queixo - "Acabara de combater três borbulhas enormes aí, bem como uma erupção mais comedida no queijo (...)" -, bem como "há de haver" sem o hífen que é suposto... Enfim, acontece, mas era suposto haver uma revisão mais atenta, não?

Tirando isso, sim, recomendo, é um bom livro para se ler. É grande, podia ser um bocadinho mais resumido, mas é uma boa história para se ler.

5,5/7 - Gostei muito

Nota 1: Só agora é que li a sinopse com olhos de ver. Realmente é um óptimo resumo do que espera sem revelar mais do que deve.
Nota 2: Grande opinião. Não estava com intenções de escrever tanto!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Relendo... Levado Pelo Mar de Nora Roberts

Agora que finalmente tenho a possibilidade de ler a tetralogia de uma vez só, decidi reler o primeiro livro, uma vez que já o li faz para aí 2 anos. E reler Nora Roberts nunca é um sacríficio, certo? :)

Levado pelo Mar (A Saga da Baía de Chesapeake #1)

Levado pelo Mar conta a história de três irmãos, Cameron, Ethan e Philip, antigos jovens delinquentes adoptados por Raymond e Stella Quinn. Os irmãs são tão diferentes uns dos outros quanto é possível, mas têm em comum um imenso amor pelo casal que os adoptou e criou. Agora, adultos e por conta própria, têm de voltar à casa da família para honrar o último pedido do pai...
Campeão de corridas de barcos, Cameron Quinn viajou pelo mundo esbanjando as suas vitórias em champanhe e mulheres.
Mas quando na hora da morte o pai o chama para cuidar de Seth, um jovem problemático como ele já fora um dia, a sua vida dá uma reviravolta. Depois de anos de independência, Cameron tem de reaprender a viver com os irmãos, enquanto luta para cozinhar, limpar e cuidar de um rapaz complicado.
Antigas rivalidades e novos ressentimentos despertam entre os irmãos, mas tudo terão de fazer para que Seth não saia prejudicado. Pois no final, será uma assistente social que
decidirá o destino de Seth e, tão dura quanto bonita, ela tem o poder de unir os Quinn... ou de os separar para sempre.

Inspiração #29


Gostei! É uma maquilhagem a experimentar! :)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Desejo do dia #43

Colecção da Red Valentino 2013

A blusa/camisa (vestido?) da primeira imagem... Eu quero! É linda!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Em Stand-by... Memórias Esquecidas de Jodi Picoult

Memórias Esquecidas

Delia Hopkins foi criada na zona rural de New Hampshire pelo seu pai, viúvo há 30 anos. Tem uma filha pequena, um noivo atraente e uma cadela Bloodhound que a ajuda no seu trabalho – encontrar pessoas desaparecidas. Enquanto trata dos preparativos para o casamento, Delia encontra fotografias antigas de pessoas e lugares de que não se consegue lembrar, embora lhe sejam familiares. Confusa, começa a ter flashbacks de memórias esquecidas de uma vida que não se lembra de ter vivido. Quando começa a interrogar o pai acerca das suas memórias confusas, este é preso por ter raptado a filha aos 4 anos. Andrew confessa ter fugido com Delia (na altura chamada Bethany) e ter começado uma nova vida longe da sua mulher. A vida de Delia fica virada de pernas para o ar. Como é que ela pode recuperar um passado que nunca teve?

Não é normal eu desinteressar-me por um livro a ponto de não o querer ler neste momento. E muito menos por um livro da Jodi Picoult, que até gosto, apesar de não ser uma das minhas escritoras favoritas. Mas desta vez, tive mesmo de desistir porque de cada vez que pegava no livro era um esforço fazê-lo. Era um esforço ler, e eu não quero ler por obrigação. Ler é um prazer, um hobbie, e eu prefiro deixar este livro para uma próxima vez, uma próxima vez que me talvez me leve a encará-lo com outros olhos. Por enquanto este livro vai para a biblioteca, que já não vê há uns meses (e lá vou eu ficar com o cartão bloqueado outros tantos) e fica à espera que eu tenha vontade de o ler. Fica em stand-by na esperança que um dia tenha vontade de o ler. Porque ele até é bom. Tal como todos os livros de Jodi Picoult tem uma premissa polémica, que nos deixa sem saber que lado tomar, ora damos razão a um ora a outro. É um bom livro. Fica para uma próxima...