segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Shadowfell - Juliet Marillier

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Na terra de Alban, onde o jugo tirânico de Keldec reduziu o mundo a cinzas e terror, a esperança tem um nome que só os mais corajosos se atrevem a murmurar: Shadowfell. Diz a lenda que aí se refugia uma força rebelde que lutará para libertar o povo das trevas e da opressão.

E é para lá que se dirige Neryn, uma jovem de dezasseis anos que detém um perigoso Dom Iluminado: o poder de comunicar com os Boa Gente e com as criaturas que vivem nas profundezas do Outro Mundo. Será Neryn forçada a fazer esta perigosa viagem sozinha? Ou deverá antes confiar na ajuda de um misterioso desconhecido cujos verdadeiros desígnios permanecem por esclarecer?

Perseguida por um império decidido a esmagá-la e sem saber em quem pode confiar, Neryn acabará por descobrir que a sua viagem é um teste e a chave para a salvação do reino de Alban pode estar nas suas próprias mãos.


Neste livro, é-nos dado a conhecer um mundo onde a liberdade é nula, um mundo onde a ditadura é uma brincadeira comparado com o que existe, uma repressão imensa. Existem os humanos e existem os Boa Gente, um povo de criaturas diferentes que pouco se mostram aos humanos. Mas há humanos especiais, os que têm o Dom Iluminado, e entre esses dons, há um que permite ver os Boa Gente. E é esse dom que Neryn possui mas que não pode revelar, pois quem da sinais de ter um Dom Iluminado tem um destino cruel: a submissão ao rei que usa esses dons a seu belo prazer ou uma existência reduzida a pouco, caso essa submissão corra mal.
Ao longo da história vamos acompanhando Neryn na sua tentativa de alcançar Shadowfell, após um acontecimento que lhe leva o último parente vivo. É uma viagem dura, que lhe vai custar muita saúde, mas na qual ela vai poder saber mais de si, mais dos Boa Gente e mais de uma pessoa que conhece e que a vai acompanhando. Alguém em que vai ser muito difícil confiar.
Basicamente é isto que vemos nesta história, embora nada haja de básico nela. É uma boa história, sim, mas ainda no início - creio que se irá desenvolver mais nos dois livros seguintes. Mas sinceramente espero que a própria protagonista possa desenvolver-se também. Ao contrário de todos os livros que já li desta autora, não consegui criar empatia com a protagonista. Não sei porquê. Não queria que lhe acontecesse nada de mal, desejava que ela ficasse bem e chegasse ao seu destino, mas de todos os seus conflitos pessoais, as suas dúvidas, os seus sentimentos pouco me chegou. Lá está não consegui criar grande empatia por ela. Espero que isso mude, até porque gostei da história.
Enfim, este é o início de uma trilogia da Juliet Marillier, uma autora muito querida, que espero que venha a melhorar e mostrar-nos o verdadeiro talento desta senhora. :)

4/7 - Gostei mas tenho reservas

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

A Rainha da Chuva - Katherine Scholes

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Páscoa, 1974. Numa remota localidade na Tanzânia, o Dr. Michael Carrington e a sua esposa Sarah são brutalmente assassinados. Uma mulher branca de visita ao casal sobrevive inexplicavelmente ao ataque, e um adorno manchado de sangue é encontrado junto aos corpos com madeixas do seu longo cabelo ruivo.
A misteriosa mulher é Annah Manson. Outrora uma enfermeira missionária idealista, é agora uma marginal. Os europeus tratam-na com suspeita mas os africanos conhecem-na como uma curandeira dotada, amiga de feiticeiros e o grande amor de Mtemi, chefe do povo Waganga. Chamam-na de Rainha da Chuva.
Vinte anos depois, a filha de Sarah e Michael vive em Melbourne. Enterrou o luto da infância e já não se interessa em descobrir a verdade sobre a morte dos pais. Mas depois conhece a sua nova vizinha - uma idosa excêntrica que também partilha com ela um passado em África. Uma idosa a quem já chamaram Rainha da Chuva… e que tem uma história para a libertar.


Acabei este livro acerca de uma hora atrás. E não sei bem o que dizer, estou sem palavras. Mas vou fazer um esforço. Sei que se me deixar ir sem escrever algo, mais tarde não conseguirei falar tão bem do livro e das emoções despertadas.
Quando li a sinopse deste livro, pensei que a história iria focar muito em Kate. Mas a verdade é que esta é a história da Rainha da Chuva, pelo que vai ser ela a protagonista. Começamos quase no fim, no funeral dos pais de Kate. Mais tarde, vemo-nos a par de Kate, uma pessoa vazia, que estrangulou os sentimentos muito tempo atrás. Esta conhece a sua nova vizinha, e muito cedo começa a sua amizade, até que ela descobre quem na verdade a sua vizinha é. E é aí que a história começa, no verdadeiro sentido. Annah não é uma pessoa normal. Ou até talvez seja, mas as circunstâncias da sua vida vão torná-la uma pessoa especial, alguém com um coração enorme. Pelos seus olhos vamos conhecer África de um modo particular, vamos conhecer modos de vida, hábitos, crenças, amor, sofrimento, sacrifício, vida e morte, e talvez o melhor de dois mundos.
Na verdade, no início do livro, nunca pensei vir a gostar tanto da história que marcou tanto. A acção é pouca, os sentimentos pouco são despertados, pelo que não adivinhava o que aí vinha. À medida que a história se vai desenrolando, que vamos acompanhando Annah na sua missão, começamos a ser, a estar envolvidos na história de uma forma que não nos conseguimos desligar. Confesso que nunca fui fã de África, mas este livro conseguiu fazer-me vê-la de uma forma um pouco diferente. De uma forma incrível, Katherine Scholes leva-nos a visualizar de uma forma nítida, esta parte de África Central, pelo menos naquela altura temporal. Leva-nos a não ficarmos indiferentes à história, a África, a tudo o que nos conta. Quase que poderia passar por uma história real.
Esta não é uma história normal, que lemos, gostamos, mas rapidamente passa ao lado. Não. Esta é uma história que marca, uma história que gostamos de uma forma diferente e que dificilmente irá desaparecer da nossa memória. Recomendo totalmente :)

5,5/7 - Gostei bastante

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Histórias da Terra e do Mar - Sophia de Mello Breyner Andresen

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O mundo da infância foi assim, para Sophia, além do Porto e da Granja, das tradições nórdicas e da língua portuguesa, o caminho para um encontro aos doze anos com Homero e a luz mediterrânica, a nostalgia do «divino como convém ao real», tornado-a «uma mistura de Norte e Sul», uma mistura de Atlântico e Mediterrâneo, de um veio nórdico e de um veio helénico, que um mesmo sangue fez inseparáveis.

Miguel Serras Pereira in «Jornal de Letras»


Sendo uma escritora que admiro muito, foi com prazer que aceitei a sugestão da Silvana, escritora do blog Por Detrás das Palavras, de ler este livro. Tem vários contos sobre temas diferentes. Digo eu. Também não sou nenhum expert.
Na verdade, é possível admirar neste livro a escrita da autora, a forma como ela dança com as palavras e as entrelaça de uma forma única. Esta é uma obra para admirar a escrita da autora. E digo isto, porque foi realmente por isso que eu gostei do livro. Na verdade, não gostei dos contos. Achei-os tristes ou com pouca acção (ou até nenhuma). Aliás, temos contos que são apenas descrições. Mas é aí que mais podemos admirar a proeza de Sophia de Mello Breyner: ela consegue descrever uma casa de uma forma indescritível, de uma forma inimaginável, com palavras que nunca nos lembraríamos para o fazer. Acho que é aí que está assente a importância desta obra, no meio de toda a obra literária da escritora.

4/7 - Gostei mas tenho reservas

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Pergunta da Semana - Wishlist II

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Hoje continuamos a falar da Wishlist de Natal...

Qual os produtos ou livros que mais gostariam de receber?


Quanto a presentes, o que eu gostaria mesmo de receber este Natal era livros! No plural! Era tão bom se alguém ouvisse o que eu digo... Mas enfim, embora o mais provável é não os receber, mesmo assim coloco aqui o meu top 4!

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Primeiro de tudo, adoraria receber estes dois livros que pertencem a uma tetralogia da Nora Roberts e que parecem deliciosos. Quero tanto lê-los!
Por segundo, adoraria receber os livros que me faltam da tetralogia Herança de Christopher Paolini.
Alguém mos quer oferecer? :D

E vocês? O que é que mais desejam receber neste Natal? Contem tudo :)
Deixa a tua resposta aqui nos comentários, no face ou no teu blog. Caso faças a última escolha, refere o blog Cantinho da Neptuno e deixa aqui o link, para eu cuscar a tua resposta :)
Obrigada por participares neste desafio!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

TAG Hábitos de Leitura

Olá!
Esta TAG é muito recente. Estou a pô-la à frente das muitas outras TAG's que tenho para responder porque é tão fácil de responder, as respostas são automáticas. Vi a TAG no blog da Mónica, A Thousand Lives, pela primeira vez, mas entretanto já vi noutros blogs. Se a quiserem copiar, façam favor :)

1. Tens algum cantinho especial na tua casa para ler?
Nem por isso. Costumo ler no quarto, em cima da cama, sentada na cadeira, mas é porque é o espaço da casa onde estou mais sossegada.

2. Marcador de livros ou um pedaço de papel aleatório?
Marcador, sem dúvida nenhuma. Por vezes, quando trago livros da biblioteca e calha começar a ler um desses livros na viagem, pode ser que tenha que ser um pedaço de papel, mas mal chego a casa, vai para lá um marcador :)

3. Quando queres interromper a leitura paras na página onde estás ou tens de acabar o capítulo/certo número de páginas?
É onde estou. Não tenho problemas com isso. Tento é que seja no final de um parágrafo.

4. Comes ou bebes enquanto lês?
Beber é muito raro. Já comer é frequente. Maltesers, bolachas de chocolate, chocolate... coisas assim :P

5. Consegues ou gostas de ouvir música e televisão enquanto lês?
Não gosto de estar com música ou televisão quando leio. Mas se estou num espaço onde isso é impossível de controlar, tento tolerar e abstrair-me do barulho.

6. Um livro de cada vez ou vários livros ao mesmo tempo?
Normalmente é um livro de cada vez, a não ser que a leitura esteja a ser lenta, pouco estimulante ou chata - nesse caso, faço um intervalo e leio outro livro.

7. Ler em casa ou em todo o lado?
Em todo o lado, claro! É rara a vez que saio de casa sem um livro na mala.

8. Ler em voz alta ou para ti mesma?
Para mim mesma, sempre. Aliás, agora ler em voz alta é que se torna mais difícil!

9. Costumas passar à frente algumas páginas do livro ou ler o final?
Não! É tudo a eito. 

10. Quebrar a lombada do livro ou mantê-lo como se fosse novo?
Tento manter os meus livros como novos e não quebrar a lombada. Mas às vezes não consigo T_T

11. Escreves nos teus livros?
Não! O.O Confesso que já o fiz uma vez, numa cena do Harry Potter e o Cálice de Fogo, mas desde aí que nunca mais escrevi num livro. E fico fula quando vejo livros riscados (frequente nos livros da biblioteca) - apetece-me estrangular quem fez isso!

Enfim, está feito! Gostei muito de fazer esta TAG. Repito o convite: quem quiser fazer esta TAG, está à vontade. Deixei depois aqui o link para eu cuscar :)
Beijinho

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Uma Luz na Escuridão - Catherine Anderson


Poucos autores escrevem histórias comoventes e de inesgotável ternura como Catherine Anderson. As suas personagens partilham com o leitor a esperança de encontrar o amor perfeito de uma vida inteira.No intuito de por a salvo a sua vida e a do seu bebé, das mãos de um padrasto violento Maggie Stanley, arrisca tudo numa fuga desesperada passando de um perigo para outro ainda maior. Desde a trágica morte da mulher e dos filhos, Rafe tornou-se num pobre vagabundo que lentamente afoga as suas mágoas no álcool. Assim que conhece Maggie, Rafe pressente que vão envolver-se em problemas. E quando Maggie é subitamente atacada por um grupo de vagabundos, Rafe, por compaixão, decide salvar a jovem mãe e o seu filho. Maggie está simultaneamente grata e preocupada com o seu novo protector. Na extrema solidão, na fase mais sombria que jamais viveu, a compaixão de um desconhecido, muito atraente mas pobre como ela, surge como uma luz na escuridão e proporciona-lhe o conforto e o carinho que sempre desejou e nunca teve. Rafe é bem mais do que aquilo que parece. É um homem enigmático e secreto, que poderia dar a Maggie o céu e a terra, não fora a circunstância de ter jurado a si próprio viver sozinho o resto da sua vida.Para sua surpresa, também Rafe descobre que pela primeira vez, desde há muito tempo, alguém necessita da sua ajuda e está determinado em não os desapontar. É que às vezes o amor surge sem aviso prévio e transforma o mundo mais frio e desapiedado num verdadeiro paraíso. E um homem a quem quase tudo foi roubado, uma mulher que perdeu até mesmo a capacidade de sonhar, e a criança desprotegida que de ambos necessita, podem tornar-se a mais improvável e a mais fabulosa das criações: uma família.



Isto sim, é um livro a valer! Um bom livro que nos faz esquecer a realidade, e ler, ler, ler, sem noção de onde estamos. A única noção que resta é a história que estamos a ler.
Não sei porque nunca disse que Catherine Anderson é uma das minhas escritoras favoritas. Como romântica que sou, as histórias dela enchem o meu coração, fazendo-o levitar, fazem-me sonhar, enfim, são histórias lindíssimas. São daquelas que nos fazem acreditar no amor além fronteiras, além vida e morte, do mais puro que há.
É desse tipo de amor que relata esta história. Por um lado, temos Maggie, uma personagem bem oprimida, mas que resiste a tudo para proteger o seu filho e a sua irmã. E temos Rafe, alguém que perdeu quem mais amava e não vê a luz ao fim do túnel, ou neste caso, ao fundo da garrafa. Até que vê os olhos grandes e castanhos de Maggie. Aí tudo muda e dá uma nova razão de viver a este vagabundo, uma personagem que mostra que as aparências podem enganar imenso.
Temos ainda um vilão, alguém cruel, maníaco, possessivo, louco. Uma personagem necessária à história, mas que nos faz odiá-la com todas as nossas forças e mais algumas. Mesmo quando os nossos queridos protagonistas estão longe deste sacana, sabemos que não estão a salvo, sabemos que brevemente algo irá acontecer para os abalar de novo porque aquele louco não os deixará em paz.
Enfim, temos aqui uma história de emoções fortes, de momentos marcantes e enternecedores e personagens inesquecíveis. E claro, o início de uma série lindíssima (que só agora pude ler - já li livros mais avançados). Recomendo a todos os românticos que por aí há. :)

P.S. No entanto, há que destacar que o livro merecia uma revisão mais cuidadosa. Há certas gralhas que podiam ser evitadas.

6/7 - Gostei bastante

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

TAG O Outono Chegou


O Outono chegou... e está quase a ir embora. Mas ainda venho a tempo, afinal ainda não são 21 de Dezembro!


Pois bem, vou responder a uma TAG que a Cata do blog Páginas Encadernadas me enviou, que foi criada pela Cláudia do canal "A Mulher que Ama Livros". Nesta TAG vamos relacionar livros com ideias associadas ao Outono.


1. Tardes de Outono Perfeitas
Indica um livro perfeito

Mais Perto do Céu de Catherine Anderson. Como eu disse na altura: "É uma história de segundas oportunidades, de esperança com protagonistas tudo menos perfeitos... mas que juntos são o casal mais perfeito que pode existir." Explicações para quê? ;)


2. Escurece Mais Cedo
Indica um livro que chegou ao fim cedo demais

Esta é difícil. Escolher um livro que acabou cedo demais porque estávamos a gostar muito dele ou que acabou cedo demais porque deveriam ter sido escritas mais algumas cenas para ele ficar completo? Bem, escolho Crónica de Paixões e Caprichos de Julia Quinn para a primeira e Refém do Amor de Nora Roberts para a segunda.


3. Manhãs Frias, vontade de ficar debaixo da manta
Indica um livro que te aqueceu o coração

Dança com o Diabo de Sherrilyn Kenyon. Certamente não deixará ninguém indiferente para com esta história. Pode fazer o nosso coração chorar nalguns momentos, mas vai aquecê-lo certamente noutros quantos. Poderia também escolher Olhos Brilhantes de Catherine Anderson (again!).


4. Lareira e fogueira
Indica um personagem com o qual gostavas de ficar horas à conversa à beira de uma lareira ou fogueira

Na altura respondi à Cata, que tal como ela, iria escolher uma personagem de Nora Roberts. Também era irlandês como o Grayson Thane (quem ela escolheu) e o Roarke (quem ela pensou que eu tinha escolhido). Não. Para me fazer companhia prefiro o Shawn Gallagher de As Lágrimas da Lua, um excelente cozinheiro, cantor, compositor e quem sabe muitas coisas mais (ai se a Brenna lê isto!).


5. Paisagens bonitas
Indica um livro com uma capa com cores outonais

Sonhos Encantados de Barbara Bretton. Certamente não há capa mais outonal que aquela. Bem, A Cor do Fogo de Nora Roberts também lembra imenso o Outono...

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6. Castanhas quentinhas e boas
Indica meia dúzia de livros bons para ler nesta estação

Isto não é justo. Não me podem obrigar a escolher!!! Malvados!


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7. Outono, estação de chá, bolos e livros
Fala um bocadinho da relação que ambos têm na tua vida

O Outono é a estação pela qual tenho uma relação gosto/não gosto. Gosto por causa das castanhas, do ambiente, das cores, e quando era mais nova por causa do início da escola. Por outro lado não gosto por causa do frio e dos dias mais piquenos. Mas que se há-de fazer? É o ciclo da vida.
Quanto a chá, é daquelas coisas que dispenso. Não gosto, ponto final. Mas se me derem uma taça com leite quentinho e Chocapic e boiar, aí sim, estamos a falar bem :)
Quanto a bolos, sou fã daqueles feitos em casa, sem cremes e coisas afins muito coloridas. O mais tradicional é o melhor, principalmente o que é o meu favorito. Bolo de Borracha, Bolo Mulato, Bolo Podre, são os nomes pelo qual o conheço. Mas que é bom, é sim senhor :D
Quanto a livros, simplesmente não posso passar sem eles! Querem dar-me uma prenda espectacular? Vejam a minha wishlist no Goodreads e deêm-me um desses livros - interesseira, eu? Nãm, que ideia! xD
Agora a sério, uma vida sem livros seria, certamente, muito mais triste.

É impressionante. Pensei que iria ser muito mais difícil responder a esta TAG. Enfim, afinal não foi, e ela aqui está. Gostaram? Então respondam a ela também :)
Beijinho