quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Goodreads 2013 Reading Challenge


E finalmente completei o desafio de ler 50 livros este ano! Durante 2013 tive de mudar o objectivo final (passei de 60 livros para 50) uma vez que a minha vontade de ler esmoreceu um pouco antes do Verão. Mas felizmente recuperei-o algum tempo depois, pelo que consegui atingir o meu objectivo e ainda ler para além disso.

Para o ano que vem, há mais desafios de leitura à porta, mas espero completá-los! Quanto a este do Goodreads, estou a pensar ficar na meta dos 50 livros e se vir que consigo ler muito mais que isso, mudarei na altura. 
E vocês, já têm os desafios preparados para 2014? Contem tudo!
Boas leituras :)

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Feliz Natal!


Que possam ter um excelente Natal, rodeado por pessoas especiais. Que seja um dia de calor, paz, esperança, amor e claro, se houver gulosos, que haja muitos doces! :P
Feliz Natal!

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Shadowfell - Juliet Marillier

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Na terra de Alban, onde o jugo tirânico de Keldec reduziu o mundo a cinzas e terror, a esperança tem um nome que só os mais corajosos se atrevem a murmurar: Shadowfell. Diz a lenda que aí se refugia uma força rebelde que lutará para libertar o povo das trevas e da opressão.

E é para lá que se dirige Neryn, uma jovem de dezasseis anos que detém um perigoso Dom Iluminado: o poder de comunicar com os Boa Gente e com as criaturas que vivem nas profundezas do Outro Mundo. Será Neryn forçada a fazer esta perigosa viagem sozinha? Ou deverá antes confiar na ajuda de um misterioso desconhecido cujos verdadeiros desígnios permanecem por esclarecer?

Perseguida por um império decidido a esmagá-la e sem saber em quem pode confiar, Neryn acabará por descobrir que a sua viagem é um teste e a chave para a salvação do reino de Alban pode estar nas suas próprias mãos.


Neste livro, é-nos dado a conhecer um mundo onde a liberdade é nula, um mundo onde a ditadura é uma brincadeira comparado com o que existe, uma repressão imensa. Existem os humanos e existem os Boa Gente, um povo de criaturas diferentes que pouco se mostram aos humanos. Mas há humanos especiais, os que têm o Dom Iluminado, e entre esses dons, há um que permite ver os Boa Gente. E é esse dom que Neryn possui mas que não pode revelar, pois quem da sinais de ter um Dom Iluminado tem um destino cruel: a submissão ao rei que usa esses dons a seu belo prazer ou uma existência reduzida a pouco, caso essa submissão corra mal.
Ao longo da história vamos acompanhando Neryn na sua tentativa de alcançar Shadowfell, após um acontecimento que lhe leva o último parente vivo. É uma viagem dura, que lhe vai custar muita saúde, mas na qual ela vai poder saber mais de si, mais dos Boa Gente e mais de uma pessoa que conhece e que a vai acompanhando. Alguém em que vai ser muito difícil confiar.
Basicamente é isto que vemos nesta história, embora nada haja de básico nela. É uma boa história, sim, mas ainda no início - creio que se irá desenvolver mais nos dois livros seguintes. Mas sinceramente espero que a própria protagonista possa desenvolver-se também. Ao contrário de todos os livros que já li desta autora, não consegui criar empatia com a protagonista. Não sei porquê. Não queria que lhe acontecesse nada de mal, desejava que ela ficasse bem e chegasse ao seu destino, mas de todos os seus conflitos pessoais, as suas dúvidas, os seus sentimentos pouco me chegou. Lá está não consegui criar grande empatia por ela. Espero que isso mude, até porque gostei da história.
Enfim, este é o início de uma trilogia da Juliet Marillier, uma autora muito querida, que espero que venha a melhorar e mostrar-nos o verdadeiro talento desta senhora. :)

4/7 - Gostei mas tenho reservas

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

A Rainha da Chuva - Katherine Scholes

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Páscoa, 1974. Numa remota localidade na Tanzânia, o Dr. Michael Carrington e a sua esposa Sarah são brutalmente assassinados. Uma mulher branca de visita ao casal sobrevive inexplicavelmente ao ataque, e um adorno manchado de sangue é encontrado junto aos corpos com madeixas do seu longo cabelo ruivo.
A misteriosa mulher é Annah Manson. Outrora uma enfermeira missionária idealista, é agora uma marginal. Os europeus tratam-na com suspeita mas os africanos conhecem-na como uma curandeira dotada, amiga de feiticeiros e o grande amor de Mtemi, chefe do povo Waganga. Chamam-na de Rainha da Chuva.
Vinte anos depois, a filha de Sarah e Michael vive em Melbourne. Enterrou o luto da infância e já não se interessa em descobrir a verdade sobre a morte dos pais. Mas depois conhece a sua nova vizinha - uma idosa excêntrica que também partilha com ela um passado em África. Uma idosa a quem já chamaram Rainha da Chuva… e que tem uma história para a libertar.


Acabei este livro acerca de uma hora atrás. E não sei bem o que dizer, estou sem palavras. Mas vou fazer um esforço. Sei que se me deixar ir sem escrever algo, mais tarde não conseguirei falar tão bem do livro e das emoções despertadas.
Quando li a sinopse deste livro, pensei que a história iria focar muito em Kate. Mas a verdade é que esta é a história da Rainha da Chuva, pelo que vai ser ela a protagonista. Começamos quase no fim, no funeral dos pais de Kate. Mais tarde, vemo-nos a par de Kate, uma pessoa vazia, que estrangulou os sentimentos muito tempo atrás. Esta conhece a sua nova vizinha, e muito cedo começa a sua amizade, até que ela descobre quem na verdade a sua vizinha é. E é aí que a história começa, no verdadeiro sentido. Annah não é uma pessoa normal. Ou até talvez seja, mas as circunstâncias da sua vida vão torná-la uma pessoa especial, alguém com um coração enorme. Pelos seus olhos vamos conhecer África de um modo particular, vamos conhecer modos de vida, hábitos, crenças, amor, sofrimento, sacrifício, vida e morte, e talvez o melhor de dois mundos.
Na verdade, no início do livro, nunca pensei vir a gostar tanto da história que marcou tanto. A acção é pouca, os sentimentos pouco são despertados, pelo que não adivinhava o que aí vinha. À medida que a história se vai desenrolando, que vamos acompanhando Annah na sua missão, começamos a ser, a estar envolvidos na história de uma forma que não nos conseguimos desligar. Confesso que nunca fui fã de África, mas este livro conseguiu fazer-me vê-la de uma forma um pouco diferente. De uma forma incrível, Katherine Scholes leva-nos a visualizar de uma forma nítida, esta parte de África Central, pelo menos naquela altura temporal. Leva-nos a não ficarmos indiferentes à história, a África, a tudo o que nos conta. Quase que poderia passar por uma história real.
Esta não é uma história normal, que lemos, gostamos, mas rapidamente passa ao lado. Não. Esta é uma história que marca, uma história que gostamos de uma forma diferente e que dificilmente irá desaparecer da nossa memória. Recomendo totalmente :)

5,5/7 - Gostei bastante

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Histórias da Terra e do Mar - Sophia de Mello Breyner Andresen

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O mundo da infância foi assim, para Sophia, além do Porto e da Granja, das tradições nórdicas e da língua portuguesa, o caminho para um encontro aos doze anos com Homero e a luz mediterrânica, a nostalgia do «divino como convém ao real», tornado-a «uma mistura de Norte e Sul», uma mistura de Atlântico e Mediterrâneo, de um veio nórdico e de um veio helénico, que um mesmo sangue fez inseparáveis.

Miguel Serras Pereira in «Jornal de Letras»


Sendo uma escritora que admiro muito, foi com prazer que aceitei a sugestão da Silvana, escritora do blog Por Detrás das Palavras, de ler este livro. Tem vários contos sobre temas diferentes. Digo eu. Também não sou nenhum expert.
Na verdade, é possível admirar neste livro a escrita da autora, a forma como ela dança com as palavras e as entrelaça de uma forma única. Esta é uma obra para admirar a escrita da autora. E digo isto, porque foi realmente por isso que eu gostei do livro. Na verdade, não gostei dos contos. Achei-os tristes ou com pouca acção (ou até nenhuma). Aliás, temos contos que são apenas descrições. Mas é aí que mais podemos admirar a proeza de Sophia de Mello Breyner: ela consegue descrever uma casa de uma forma indescritível, de uma forma inimaginável, com palavras que nunca nos lembraríamos para o fazer. Acho que é aí que está assente a importância desta obra, no meio de toda a obra literária da escritora.

4/7 - Gostei mas tenho reservas

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Pergunta da Semana - Wishlist II

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Hoje continuamos a falar da Wishlist de Natal...

Qual os produtos ou livros que mais gostariam de receber?


Quanto a presentes, o que eu gostaria mesmo de receber este Natal era livros! No plural! Era tão bom se alguém ouvisse o que eu digo... Mas enfim, embora o mais provável é não os receber, mesmo assim coloco aqui o meu top 4!

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Primeiro de tudo, adoraria receber estes dois livros que pertencem a uma tetralogia da Nora Roberts e que parecem deliciosos. Quero tanto lê-los!
Por segundo, adoraria receber os livros que me faltam da tetralogia Herança de Christopher Paolini.
Alguém mos quer oferecer? :D

E vocês? O que é que mais desejam receber neste Natal? Contem tudo :)
Deixa a tua resposta aqui nos comentários, no face ou no teu blog. Caso faças a última escolha, refere o blog Cantinho da Neptuno e deixa aqui o link, para eu cuscar a tua resposta :)
Obrigada por participares neste desafio!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

TAG Hábitos de Leitura

Olá!
Esta TAG é muito recente. Estou a pô-la à frente das muitas outras TAG's que tenho para responder porque é tão fácil de responder, as respostas são automáticas. Vi a TAG no blog da Mónica, A Thousand Lives, pela primeira vez, mas entretanto já vi noutros blogs. Se a quiserem copiar, façam favor :)

1. Tens algum cantinho especial na tua casa para ler?
Nem por isso. Costumo ler no quarto, em cima da cama, sentada na cadeira, mas é porque é o espaço da casa onde estou mais sossegada.

2. Marcador de livros ou um pedaço de papel aleatório?
Marcador, sem dúvida nenhuma. Por vezes, quando trago livros da biblioteca e calha começar a ler um desses livros na viagem, pode ser que tenha que ser um pedaço de papel, mas mal chego a casa, vai para lá um marcador :)

3. Quando queres interromper a leitura paras na página onde estás ou tens de acabar o capítulo/certo número de páginas?
É onde estou. Não tenho problemas com isso. Tento é que seja no final de um parágrafo.

4. Comes ou bebes enquanto lês?
Beber é muito raro. Já comer é frequente. Maltesers, bolachas de chocolate, chocolate... coisas assim :P

5. Consegues ou gostas de ouvir música e televisão enquanto lês?
Não gosto de estar com música ou televisão quando leio. Mas se estou num espaço onde isso é impossível de controlar, tento tolerar e abstrair-me do barulho.

6. Um livro de cada vez ou vários livros ao mesmo tempo?
Normalmente é um livro de cada vez, a não ser que a leitura esteja a ser lenta, pouco estimulante ou chata - nesse caso, faço um intervalo e leio outro livro.

7. Ler em casa ou em todo o lado?
Em todo o lado, claro! É rara a vez que saio de casa sem um livro na mala.

8. Ler em voz alta ou para ti mesma?
Para mim mesma, sempre. Aliás, agora ler em voz alta é que se torna mais difícil!

9. Costumas passar à frente algumas páginas do livro ou ler o final?
Não! É tudo a eito. 

10. Quebrar a lombada do livro ou mantê-lo como se fosse novo?
Tento manter os meus livros como novos e não quebrar a lombada. Mas às vezes não consigo T_T

11. Escreves nos teus livros?
Não! O.O Confesso que já o fiz uma vez, numa cena do Harry Potter e o Cálice de Fogo, mas desde aí que nunca mais escrevi num livro. E fico fula quando vejo livros riscados (frequente nos livros da biblioteca) - apetece-me estrangular quem fez isso!

Enfim, está feito! Gostei muito de fazer esta TAG. Repito o convite: quem quiser fazer esta TAG, está à vontade. Deixei depois aqui o link para eu cuscar :)
Beijinho