quinta-feira, 4 de setembro de 2014

[TAG] Ultimate Book Tag

Encontrei esta TAG no blog Chaise Longue, criada pela Megan - achei-a bastante simples e (relativamente) fácil de responder... Aqui vai!


1. Sentes-te mal por ler no carro?
Sim. Houve uma altura em que conseguia ler no autocarro (na época da descoberta do Harry Potter) mas deixei de conseguir. Agora só no comboio mesmo.


2. Qual autor tem um estilo de escrita completamente único para ti e porquê?
Hum... difícil de dizer. Acho que Katherine Scholes. É uma autora cujos livros podem não ser do melhor que há, mas de alguma forma marcaram-me sempre. É daquelas histórias que ficam.


3. Harry Potter ou Crepúsculo? Dá três razões para defender a tua escolha.
Harry Potter, sem dúvida, apesar de já ter adorado com todas as minhas forças o Crepúsculo e afins.
As minhas razões: é uma saga espectacular; abriu-me os olhos e o gosto para a literatura fantástica; e apesar de ter crescido desde que descobri o Harry Potter, esta saga continua no topo aos meus olhos e é daquelas que pretendo ler e ler e voltar a ler em qualquer altura da vida :)


4. Carregas contigo uma saca de livros? Se sim, o que levas lá dentro, para além de livros?
Não, mas na maioria das vezes, trago sempre um livro na mala.


5. Costumas cheirar livros?
Raramente.


6. Livros com ou sem pequenas ilustrações?
Tanto faz. A maioria dos livros que leio não costuma ter.


7. Qual o livro que amaste enquanto o lias, mas descobriste mais tarde que não tinha muita qualidade?
O Crepúsculo e afins é um bom exemplo. Voltando a ler, apesar de compreender porque gostei na altura, não sei como deixei passar tanta coisa em branco, no sentido de não criticar.


8. Tens alguma história engraçada da tua infância que envolva livros?
Nem por isso :(


9. Qual o livro mais pequeno da tua estante?
As Dez Figuras Negras de Agatha Christie.


10. Qual o maior livro da tua estante?
Herança de Christopher Paolini.


11. Escreves tão bem como lês? Vês-te no futuro como escritora?
Tento escrever bem, sim. Quanto à escrita em si, quando mais nova ainda escrevi uns rascunhos e a poesia de vez em quando aflora, principalmente como refúgio nas alturas mais depressivas, mas tirando isso, nunca me vi como escritora.


12. Quando começaste a ler?
Aos seis anos, assim que comecei a saber ler.


13. Qual o teu clássico favorito?
Jane Eyre de Charlotte Brontë, não há dúvida :)


14. Na escola eras melhor a que disciplina?
Matemática *.*


15. Se te dessem um livro como presente que já tivesses lido e odiado, o que fazias?
Epá, essa é difícil... se calhar vendia-o logo que tivesse oportunidade.


16. Qual o teu pior hábito enquanto blogger/youtuber?
Sou extremamente preguiçosa. Isso vê-se bem pelo enorme período de férias em que entrei ultimamente.


17. Qual a tua palavra favorita?
Só pode ser um? Chocolate.


18. Nerd, Dork ou Dweeb?
Whatty? Dweeb, seja lá o que isso for.


19. Vampiros ou Fadas?
Fadas.


20. Zombies ou Vampiros?
Entre uns e outros, vampiros, sem sombra de dúvida


21. Triângulo Amoroso ou Amor Proibido?
Amor proibido. Já estou farta dos triângulos!


22. Livro de Romance ou Livro de acção com algumas cenas de romance à mistura?
Contento-me com ambos :)

Convido-vos a responder! :)

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

um Problem de versões, gostos e confusões

Primeiro ouvi esta música...



...e não gostei.


Depois ouvi a versão original...


...e detestei.


No entanto, voltei a ouvir a versão dos Pentatonix e esta fixou tanto na minha cabeça que não conseguia parar de a ouvir. Agora que essa fixação já não é tão forte, estou com vontade de ouvir a versão original... Vá-se lá entender -.-"

[e fui ouvir a versão original. E apesar de ter querido ouvi-la, continuo a preferir a versão dos Pentatonix.]
Viva a confusão xD

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Desejo do dia #47

*entrando de mansinho para ninguém reparar no meu inesperado regresso*



Quero tanto meter as mãos a estes gajos *hem* livros... 
O primeiro já saiu há alguns meses, o segundo (o que parece ter um dos Carreira júnior na capa) há-de sair a 10 de Outubro...

Que saudades de ler esta série!

quarta-feira, 28 de maio de 2014

À Luz da Meia-Noite - Sherrilyn Kenyon


À Luz da Meia-Noite
Upon the Midnight Clear

Sherrilyn Kenyon
Predadores da Noite #13

Edições Saída de Emergência (2013)
176 páginas

Origem: Biblioteca
4/7 - Gostei mas tenho reservas




Uma celebridade generosa que tudo oferecia e nada pedia em troca… até ser enganado pelos que o rodeavam. Agora Aidan nada quer do mundo ou sequer fazer parte dele.

Quando uma estranha mulher aparece à sua porta, Aidan sabe que já a viu antes… nos seus sonhos.

Uma deusa nascida no Olimpo, Leta nada sabe do mundo dos humanos. Mas um inimigo implacável expulsou-a do mundo dos sonhos e para os braços do único homem capaz de a ajudar: Aidan. Os poderes imortais da deusa derivam de emoções humanas, e a raiva de Aidan é todo o combustível que precisa para se defender…

Uma fria noite de inverno irá mudar as suas vidas para sempre…

Aprisionados durante uma tempestade de inverno brutal, Aidan e Leta terão que conquistar a única coisa que os poderá salvar a ambos – ou destruí-los – a confiança. Conseguirão triunfar sobre todos os obstáculos?


Eu adoro a série a que este livro pertence. A sério. Mas apesar de ter gostado do livro, não considero comprá-lo para fazer companhia aos seus irmãos. Porque não faz sentido. Não acrescenta nada à história e ainda por cima traz uma história demasiado repentina, que até para românticas como eu, não faz muito sentido. E a não ser a presença dos Deuses dos Sonhos (Onreoi e Skotos) já referidos em livros anteriores, não há qualquer ligação aos livros anteriores.
Enfim, neste livro vemos a história de Leta, uma Deusa dos Sonhos que como todos os outros, não tem emoções, graças ao castigo do seu pai, Zeus, que acorda face à libertação de Dolor, o Deus da dor que Leta aprisionou milénios atrás. Este foi convocado por um humano que lhe pediu para matar o irmão, Aidan, um actor mais famoso que Brad Pitt mas que acabou atraiçoado pelos seus mais próximos tudo por causa deste dito irmão. Este irmão tem inveja e ódio de Aidan, devido à vida e à fortuna que este construiu e que ele acha que merece ser sua. Leta dá-se a conhecer a Aidan, numa tentativa de o usar para derrotar Dolor, mas eles acabam por se apaixonar. E portanto a história passa, vamos conhecendo os seus passados, eles vão curando as suas feridas e tentam por tudo derrotar Dolor e Timor, o deus do medo que se lhe junta. A história passa e tudo isto se sucede mas num ritmo vertiginosamente rápido.
Sinceramente, acho que este livro merecia ser apelidado de conto, dado a sua parca ligação à série d'Os Predadores da Noite/Homem/Sonhos, etc, etc. É bonzito, mas mal dá para palitar um dente (desculpem a expressão mas foi a que melhor me ocorreu para descrever o meu sentimento face ao livro).
NOTA: A sinopse é bastante mentirosa...



Livros anteriores
10320746O Caçador de Sonhos (Predador da Noite, #11)

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Paixão Bordeaux - Rosie Thomas


Paixão Bordeaux
Celebration

Rosie Thomas
Livro Único

Editora Saída de Emergência (2009)
287 páginas

Origem: Biblioteca
3/7 - Não gostei nem detestei (não vale o esforço de odiar...)




Para Bell Farrer, uma jornalista de vinhos em ascensão, esta é a grande oportunidade da carreira: entrevistar o eremita Barão Charles de Gillesmont, do Château Reynard em Bordéus, e o génio dos negócios Valentine Gordon, da Adega Pedra Seca na Califórnia. Comparar o Velho Mundo e o Novo, a paixão e o lucro, séculos de tradição e a mais recente tecnologia. Mas, subitamente, a carreira é a última coisa na cabeça de Bell. Ao investigar a vida de ambos, descobre que a rivalidade dos dois ultrapassa o mundo dos negócios. Em tempos, eles disputaram o amor da mesma mulher. Mais do que adversários, tornaram-se inimigos. E tudo se agrava quando a história parece repetir-se, e Bell desperta em ambos o mesmo sentimento. Como pode ela, amar um, e sentir-se atraída pelo outro? Só aventurando-se à vez, em ambos os mundos, poderá finalmente reconhecer o seu lugar…


Coisa chata. Perda de tempo.
Comecei esta leitura com algumas expectativas, a sinopse parecia ser interessante... Contudo, deixei de entender/compreender a protagonista desde muito cedo. Esta tem uma história complicada, com o seu pai a desmoronar-se após a morte da mãe e a deixá-la sozinha no mundo muito cedo, depois há o noivado rompido com Edward que continua a gostar dela mas que ela só vê como o melhor amigo dela - mas isto acaba por não ser importante para a história. Resumindo, isto parece uma história de ping-pong entre Charles, o barão francês frio mas que por dentro parece ter algo que Bell consegue ver e que continua a tradição da sua família no que toca às vinhas e por outro Valentine, o seu maior inimigo, um playboy, que utiliza as melhores e recentes tecnologias no que toca a fazer vinhos e que atrai Bell.
No início apesar de achar o "amor" entre Bell e Charles muito repentino, até tentei gostar do homem, mas ao longo da história comecei a desinteressar-me... Já Valentine, desgostei dele logo desde o início e nem o fim me fez gostar dele - apesar de parecer nutrir sentimentos por Bell, sempre que esta se afastava, lá estava ele com outra no colo, pelo que nunca me soou verdadeiro.
Passei grande parte da leitura a perguntar-me qual seria o objectivo da história, já que parecia não haver um fim para Bell e lá o fim esclareceu-me que sim, haveria um fim feliz para Bell, mas no entanto não foi coisa que me convencesse e não me impediu de continuar a achar isto uma grande perda de tempo. Aliás, apesar de haver outro livro desta autora cuja sinopse me interessou, acho que não vou pegar em mais nenhum livro dela - parece só ter histórias de ping-pong, muito nhé (ou seja, desinteressantes).

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Rainha das Trevas - Anne Bishop


Rainha das Trevas
Queen of the Darkness

Anne Bishop
Trilogia das Jóias Negras #3

Editora Saída de Emergência (2007)
400 páginas

Origem: Biblioteca
5/7 - Gostei

+1 Finish The Series Reading Challenge 2014


Este é o terceiro e último livro da Trilogia das Jóias Negras.
Há setecentos anos, num mundo onde os homens são meros súbditos, uma Viúva Negra profetizou a chegada de uma Rainha na sua teia de sonhos e visões.

E agora, a Corte das Trevas foi estabelecida...

Incapazes de atingir Jaenelle, a jovem Rainha, os membros corruptos dos Sangue fazem um jogo perverso de diplomacia e mentira, procurando destruir aqueles que sempre deram tudo por ela. E revertem as culpas para o seu tutor, Saetan, que passa a ser visto como a maior das ameaças ao poder instituído.
Com Jaenelle como Rainha, a chacina do povo e a profanação das terras irá terminar. Porém, onde se fechou uma porta poderá abrir-se uma janela... E mesmo que Jaenelle possa contar com os seus aliados, talvez não seja suficiente: só um terrível sacrifício poderá salvar o coração de Kaeleer…


Rainha das Trevas é o último livro da trilogia das Jóias Negras, por isso podemos esperar o culminar de muitos movimentos subtis, numa tentativa de guerra entre Kaeller, os que servem a Feiticeira e todos os outros corruptos que querem submetê-la, usar o seu poder, dominar todos os reinos, encimados por duas inimigas que se tornaram "amigas" para este fim - Dorothea e Hekatah.
Este é a parte da história que por trazer a ameaça de uma guerra, tem mais mortes, mais traições, mais jogos e simulações. Mas é também o livro onde vemos o tão esperado reencontro de Jaenelle e Daemon - sinceramente esperava mais dele - e não estava à espera da relação destes como esta se iniciou. Ainda assim é possível ver que estes se amam e precisam um do outro.
Foi um livro que gostei, mas que me deixou com algumas reticências - há que louvar o mérito da autora em criar um mundo totalmente novo, onde realmente tudo é contrário aos clichés da fantasia - mas acho que toda a complexidade deste mundo falhou por não ser totalmente explicada - eu cheguei ao último livro com coisas para perceber - regras sociais, regras pessoais, etc, etc, e acabo esse mesmo livro com muita coisa para perceber. O essencial percebi mas houve muitas nuances e muita coisa por explicar. Para muitos isso poderá ser um bónus - um livro precisar de ser lido mais que uma vez ou ter que se pensar nele para se perceber o todo, mas para mim foi uma grande falha - não acho que se voltar a ler os livros consiga perceber bem este universo - é por isso que não lhe dou as cinco estrelas (Classificação Goodreads). E é por tudo o que eu gostei e percebi da história que lhe dou as quatro.


Livros anteriores
4286079

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Colégio das Quatro Torres #1-7 - Enid Blyton/Pamela Cox



Colecção O Colégio das Quatro Torres #1-7
Malory Towers Series

Enid Blyton/Pamela Cox
Editora Oficina do Livro (2012)

Origem: Emprestados
5/7 - Gostei


Há algumas semanas decidi voltar às leituras da minha infância, e ler alguns livros que não tive oportunidade de ler naquela altura porque não tinha acesso aos livros. Tendo em conta o fácil acesso aos livros de Enid Blyton, uma autora que tinha adorado naquela altura, decidi-me então ler a colecção do Colégio das Quatro Torres - na minha infância/adolescência só tive oportunidade de ler o primeiro. Pedi então à filha de uma amiga minha que tinha os sete primeiros livros e pus-me a ler.
É de referir, no entanto, que Enid Blyton só escreveu os primeiros seis livros desta colecção. Os restantes mantêm a base dos primeiros mas foram escritos recentemente por Pamela Cox.


Foi agradável regressar a este tipo de leituras simples, com a sua graça, as picardias e partidas mais infantis, mas com mensagens por trás. Penso que Enid Blyton teve sempre esse cuidado de passar bons princípios através das suas personagens. Claro que este tipo de livros é bastante simples e previsível em termos de enredo, mas ainda assim são bons para descontrair e relaxar - servem como uma folga de leituras complexas - por isso, para quem goste da ideia, recomendo a sua leitura depois de livros marcantes/complexos ou como preparação para esse tipo de livros. No meu caso, por exemplo, estes livros foram excelentes para eu ficar com vontade de ler a Rainha das Trevas, de Anne Bishop, um livro que queria ler mas cuja leitura andava a adiar há já algum tempo.
Resumindo, gostei bastante e muito em breve vou dedicar-me à colecção das Gémeas em Santa Clara, da mesma autora, que a mesma pessoa fez a gentileza de me emprestar. Nunca é tarde para se voltar a ser criança, não é? :)